Artigos & Informações
Stress, depressão, ansiedade, acupuntura e digitopuntrura

O tratamento do stress sem a utilização de medicamentos é uma proposta do método da Acupuntura e vem sendo, cada vez mais, disseminada por profissionais especializados da saúde.
O stress envolve, além da depressão, sintomas físicos e também ansiedade, e, quando em fase aguda, dificilmente a pessoa consegue controlá-lo sem ajuda de um profissional.
O estímulo estressante pode causar uma série de sintomas tanto orgânicos, como de alterações psíquico-comportamentais. Em condições crônicas causa desgaste físico-mental, chegando até gerar doenças degenerativos permanentes.
O tratamento de Acupuntura e a Digitoterapia para o stress e suas manifestações sistêmicas e psicológicas tem apresentado resultados bastantes satisfatórios, pois não há efeitos colaterais relevantes que sejam conhecidos. Em geral recomenda- se de uma a duas aplicações por semana e, em caso de dor muscular, o paciente já sente alívio logo após a primeira aplicação. Já as alterações emocionais e os distúrbios de sono podem levar mais de dez sessões para terem efeito consolidado.
Portanto, o efeito varia de caso pra caso, dependendo da duração de tempo de doença, da causa do stress, e da vulnerabilidade do paciente. Vale esclarecer que a Acupuntura, por meio de estímulo nos pontos pelas agulhas e outros instrumentos, produz uma série de reações locais e sistêmicas resultando alívio dos sintomas de forma imediata ou progressiva.
As ações da Acupuntura só pela via nervosa há liberação de substâncias como a endorfina, dopamina e serotomina em várias regiões do cérebro, resultando em efeito de analgesia, calmante, antidepressivo, relaxamento muscular, melhora das funções dos distúrbios dos órgãos internos e outros.
A medicina chinesa há séculos já mencionava a manter a homeostase do corpo; o indivíduo deve manter a mente calma, exercícios físicos adequados respiração suave e lenta e alimentação equilibrada.
O stress, geralmente, aumenta a pressão arterial e a freqüência cardíaca, contraindo os músculos, vasos sanguíneos, reação que pode ser extremamente prejudicial e dependendo da intensidade vulnerabilidade ao paciente.
Basicamente, afeta o sistema imunológico que é responsável pela defesa do corpo. Sistema nervoso que responde a capacidade de restaurar o reajuste do corpo e sistema endócrino, responsável pela produção hormonal. Por isso as manifestações de sintomas são diversos e individuais.
Sintomas Comuns:
Distúrbios Físicos: Dores de cabeça, indigestão, dores musculares, insônia e aumento má freqüência cardíaca, alergias, distúrbios de sono queda de cabelo, mudança de apetite, gastrite, síndrome do colo cistite, dermatoses, esgotamento físico e outros.
Distúrbios Psicológicos: apatia, menorréia, memória fraca, alteração comportamental, instabilidade emocional, ansiedade e outras doenças psicossomáticas como, psoríase, fibromialgia e outros, perca de prazer, instabilidade sexual (libido) sentimentos de culpa, pensamentos recorrentes sobre morte, suicídio e tantos mais.


Por: Everson Reis

Publicado em: 23/06/2010

Fonte: http://www.atribunamt.com.br/2010/06/stress-depressao-ansiedade-acupuntura-e-digitopuntrura/

Dicas de Saúde - 25 dúvidas sobre o consumo de sal

- Sódio é sinônimo de sal?
Não. 6 g de sal equivalem a 2,4 g de sódio. Fique atento na hora de ler o rótulo dos alimentos: eles trazem a quantidade de sódio, e não de sal, que eles contêm.

2 - Quanto deve ser consumido por dia?
A recomendação da OMS é 2g/dia de Sódio.

A recomendação do Ministério da Saúde é de 4-6 g/dia de SAL

3 - Qual a importância do sal para a saúde?
O sal está diretamente ligado ao volume de fluidos fora das células. Tudo que modifica a quantidade de sal afeta a retenção de líqüidos no corpo. Ele ajuda a regular as passagens de líqüido e de substâncias pela membrana das células, mantendo a pressão osmótica delas. Além disso, é importante para a transmissão de impulsos nervosos.

4 - Há recomendações específicas para crianças e idosos?
Ambos devem consumir menos sal. Aconselha-se que os pais não adicionem a substância à comida das crianças até os dois anos de idade. Além de o leite materno e o sódio já presente nos alimentos suprirem suas necessidades, evita-se, com isso, que elas se acostumem a uma alimentação muito salgada, já que é nessa fase que se forma o padrão gustativo.

Já os idosos devem comer menos sal (o ideal seria cerca de 5 g por dia) porque tendem a reter mais sódio e também porque, com o envelhecimento, os vasos vão perdendo naturalmente a capacidade de distensão, sendo mais provável que desenvolvam hipertensão.

5 - Em média, quanto sal os brasileiros comem por dia?
Não há estudos populacionais que determinem um valor médio para todo o país. Mas pesquisas realizadas em alguns Estados mostraram que o consumo é de aproximadamente 12 g, valor muito acima do recomendado.

6 - Quem não acrescenta sal à comida come pouco sal?
Não necessariamente. Estima-se que 75% do sal que consumimos seja proveniente de alimentos processados industrialmente. Molhos, como o ketchup, produtos em conserva e embutidos são as opções mais ricas em sal. Os outros 30% vêm dos alimentos naturais e do sal que adicionamos aos alimentos.

7 - Doces estão liberados?
Não necessariamente. Quem tem hipertensão deve evitar produtos adoçados com ciclamato de sódio. Assim como o sal, esse adoçante tem sódio, que afeta a pressão.

8 - Posso suprir minha necessidade diária de sal só com alimentos naturais?
Sim. O sódio está presente na maioria dos alimentos, embora em quantidade pequena. Alimentos como carne, peixes e ovos podem suprir essa necessidade. O problema é que nossa alimentação é pobre em iodo, e o sal de cozinha é, por lei, enriquecido com essa substância. O iodo é importante para a saúde (gestantes que têm um consumo insuficiente de iodo, por exemplo, podem ter filhos com distúrbios cognitivos).

9 - O que acontece a quem ingere uma quantidade insuficiente de sal?
Problemas causados por ingestão insuficiente de sal são raros, mas acredita-se que uma dieta muito restritiva de sal (menos de um grama por dia para adultos) altera o perfil lipídico do organismo, aumentando os índices de colesterol ruim. Ainda não se sabe qual o mecanismo que leva a essa alteração.

10 - O excesso de sal leva à hipertensão?
Sim. Em populações que consomem muito sal, os índices de hipertensão são mais altos à medida que as pessoas envelhecem.

11 - O efeito do sal é o mesmo em todas as pessoas?
Não, os graus da sensibilidade ao sal variam de pessoa para pessoa. Acredita-se que algumas pessoas, por determinação genética, tenham rins que não manipulam bem o excesso de sal no organismo. Por isso, elas seriam mais sensíveis ao sal. Essa característica também está ligada a grupos étnicos: entre negros, por exemplo, a prevalência de pessoas mais sensíveis ao sal é maior. Homens e mulheres também apresentam resistência diferente ao sal. As mulheres, de modo geral, são mais "protegidas" contra os efeitos do sal até a menopausa. Depois disso, o risco de ter hipertensão é mais acentuado nelas do que neles.

12 - Como é possível saber se alguém é hipersensível a sal?
Existem testes que permitem averiguar a sensibilidade ao sal, entretanto, eles são utilizados apenas em pesquisas. Esses exames não são usados na prática clínica porque a recomendação para todas as pessoas, independentemente de elas serem sensíveis ou não, é comer pouco sal.

13 - Quem tem pressão baixa precisa comer mais sal?
Não, pois o fato de a pessoa ter pressão baixa não significa que ela não possa ter hipertensão no futuro. Além disso, sabe-se que os riscos de problemas cardiovasculares são maiores entre pessoas que comem muito sal mesmo quando elas não apresentam hipertensão arterial. O mesmo vale para problemas renais e digestivos. Estudos também mostram que o excesso de sal pode causar broncoespasmos, piorando quadros de asma.

14 - O excedente de sal é liberado pelos rins? Então por que se preocupar com a quantidade?
O rim tem uma capacidade limitada para filtrar e excretar o sal. Quando o consumo é muito alto, o rim trabalha sob uma pressão maior e pode ter seu funcionamento comprometido. A hipertensão é uma das principais causas de doença renal crônica. Além disso, ingerir muito sal aumenta os riscos de cálculo renal --formação de pequenas "pedras" nos rins.

15 - Em quanto tempo o organismo consegue expelir o excesso após uma alimentação sobrecarregada de sal?
Pessoas normais demoram de um a dois dias para reequilibrar o organismo. Em pessoas com hipertensão, o processo de eliminação do excesso de sal demora de cinco a sete dias.

16 - Consumir sal em excesso dá celulite?
Não. A retenção de água que o sal promove é intravascular, e não na pele. Isso pode causar inchaços nas pernas ou nos dedos da mão, mas não celulite.

17 - O sal causa problemas na tireóide?
Sim e não. O cloreto de sódio não afeta a tireóide. Entretanto, no Brasil, o sal é enriquecido com iodo. Se consumido em excesso, o iodo pode levar à tireoidite de Hashimoto em pessoas com predisposição genética a doenças auto-imunes. Em 2003, a Anvisa reduziu os níveis de iodo no sal para evitar esse tipo de problema.

18 - O que é o sal light e quais seus benefícios?
O sal light é formado por uma mistura de cloreto de sódio e cloreto de potássio. Embora os dois possam ser chamados de sal, eles afetam o organismo de formas diferentes. Enquanto o potássio regula a retenção de líquidos dentro das células, o sódio age fora das células. Embora seja recomendado a pessoas com hipertensão, o sal light não é indicado para pessoas com problemas renais. Embora o potássio não leve a doenças renais, problemas nos rins levam a um acúmulo de potássio no corpo, o que aumenta os riscos de problemas cardíacos.

19 - Quais as diferenças entre o sal marinho e o sal mineral?
Embora sejam extraídos de formas diferentes (o mineral de minas subterrâneas e o marinho, da evaporação da água do mar), os dois apresentam a mesma composição e causam os mesmos efeitos no corpo.

20 - Qual a diferença do sal para o glutamato monossódico?
Além do cloreto de sódio, esse tempero tem outras substâncias que realçam o sabor de alguns alimentos. Como é rico em sódio, ele não pode ser considerado uma alternativa saudável ao sal.

21 - Faz diferença colocar o sal durante o cozimento ou adicioná-lo depois, quando a comida já está pronta?
Sim e não. Os efeitos do sal são os mesmos, independentemente do momento em que ele foi adicionado à comida. Mas os médicos recomendam que as pessoas tirem o saleiro da mesa porque elas tendem a colocar mais sal quando a comida já está pronta do que quando temperam na hora do cozimento.

22 - Posso substituir o sal por outra substância?
Embora não exista um substituto para salgar os alimentos, o sal pode ser trocado, nas receitas, por ervas e condimentos que acentuem o sabor dos alimentos.

23 - Grávidas devem seguir alguma orientação específica?
As regras são as mesmas, de 4g a 6g/dia de sal. Como a mulher já tem uma tendência a reter líquidos durante a gravidez, o consumo excessivo de sal pode levá-la a um aumento de pressão, o que pode causar pré-eclampsia. Entretanto, a dieta também não pode ser muito restritiva em relação a sal, já que, nos primeiros meses, a gestante tende a ter uma pressão mais baixa, e a falta de sódio pode diminuir o fluxo de sangue que chega até a placenta.

24 - Como deve ser o consumo de sódio para esportistas?
O sódio, assim como outros sais minerais, é liberado pelo corpo junto com o suor. Por isso, pessoas que se exercitam intensamente podem perder mais sódio. Mas isso só se torna um problema se o exercício for praticado por muito tempo (a partir de uma hora, uma hora e meia), principalmente em ambientes quentes e úmidos. Nesses casos, a reposição deve ser feita por meio de bebidas isotônicas, e não pelo acréscimo de sal na comida.

25 - Quais são as regras para a utilização de sal nos alimentos processados?
A legislação brasileira não impõe limites para a quantidade de sal adicionada aos alimentos industrializados nem obriga as empresas a colocar alertas nas embalagens. Mas os fabricantes são obrigados pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) a informar no rótulo o teor de sódio no alimento.



Por: Dr. Clodoal Pacheco - Centro Havid

Publicado em: 10/09/2010

Fonte: http://www.havid.com.br/conteudo.php?mnu=dicasdesaude_mostra&dica=dicas_consumo_sal

Exercícios de Tai Chi reduzem dores artríticas (estudo)

WASHINGTON — Os famosos exercícios de Tai Chi, de origem chinesa, ajudam a reduzir a fadiga e as dores artríticas, segundo estudo realizado nos Estados Unidos.

"Nossa pesquisa mostra que os cursos de Tai Chi proporcionam benefícios significativos a indivíduos com todo o tipo de artrite, incluindo fibromialgia, artrite reumática e osteoartrite", disse Leigh Callahan, professor da Faculdade de Medicina da Universidade da Carolina do Norte (sudeste) e principal autor do estudo.

Para a pesquisa, os cientistas recrutaram 354 participantes de áreas rurais e urbanas de 20 cidades dos estados de Carolina do Norte (sudeste) e Nova Jersey (leste).

Os pacientes foram divididos em dois grupos. Um deles seguiu um curso de Tai Chi de oito semanas, duas vezes por semana e obtiveram alívio; o outro grupo começou mais tarde para efeitos de comparação.

Ao final de oito semanas, o primeiro grupo que concluía o curso de Tai Chi registrava melhora moderada em termos de dor, fadiga e rigidez, além de um aumento no sentimento de bem-estar, com resultados satisfatórios em seu sentido de equilíbrio, precisou o médico.

O Tai Chi fica no meio do caminho entre o método de relaxamento e a arte marcial, sendo um dos exercícios de luta mais praticados do mundo.

Por: AFP

Publicado em: 08/11/2010

Fonte: http://www.google.com/hostednews/afp/article/ALeqM5jmZqqeIpg_rY74fglp9Yw2hnZ7Ig?docId=CNG.089c3211d0df3b704e403dd84a488ad2.3a1

Diabetes e qualidade de vida

Dia 14 de novembro é o dia mundial do diabetes. Não se pode negar que a notícia de que alguém é portador de diabetes pode assustar, já que traz com ela a necessidade de mudanças importantes em hábitos e estilo de vida. Mas também é igualmente verdade que é plenamente possível conviver com a doença com qualidade e com alegria de viver, usando a diabetes com ponto de partida para mudanças que já se faziam necessárias e que só trazem ganhos à rotina e à saúde.

Como a diabetes é uma falha no transporte da glicose para dentro das células, podemos pensar em duas maneiras de ajudar o corpo: a primeira é controlar a oferta de glicose no sangue e a segunda é receber ou produzir mais insulina para executar o transporte da glicose necessária à sobrevivência para dentro de nossas células. A segunda forma vai depender de medicamentos, naturais ou sintéticos, de acordo com a necessidade individual de cada um, receitados e acompanhados pelo médico endocrinologista. Mas a primeira forma de auxiliar nosso corpo a conviver bem com a diabetes depende exclusivamente da aquisição de hábitos saudáveis de vida e nesse campo as terapias naturais podem auxiliar bastante. Coisas simples como respirar livremente, se alimentar adequadamente, dormir, beber água, movimentar-se e ter pensamentos saudáveis são tão fundamentais para equilibrar nosso corpo e nosso espírito quanto a dosagem correta de insulina necessária ao funcionamento adequado do organismo.

Observe-se
O controle da oferta de glicose deve ser feito, obviamente, pelo controle da dieta. Todo diabético sabe que tem que reduzir o consumo de doces e massas, alimentos ricos em glicose e em carboidratos que também se transformam em glicose dentro do corpo. Mas o que é importante observar é de que maneira lidar com a ansiedade, o medo, a tolerância à frustração e os limites impostos por uma dieta.

Muitas vezes a gente escuta que basta que uma coisa seja proibida para que tenhamos muito mais vontade de fazer, não é mesmo? Isso é natural ao ser humano, mas nem por isso temos que aceitar sem buscar soluções pra este sentimento de ansiedade e frustração. No amplo leque das terapias naturais vale lembrar o uso de florais, de aromas, de técnicas respiratórias e meditativas, de práticas corporais, de reflexologia, técnicas que auxiliam a diminuição da compulsividade - aquele impulso de comer rapidamente e sem discriminação - e ajudam a estabelecer uma rotina diária saudável e equilibrada.

"Terapia floral" - Vários são os florais que auxiliam na redução de um comportamento compulsivo e no aumento da tolerância à frustração. Podemos citar o Chestnut Bud, que ajuda a quebrar círculos repetitivos, viciosos, facilitando o aprendizado de novos hábitos; Walnut, um floral importante para proteção e adaptação às fases de mudanças; Mimulus, para o medo da doença e Larch, para ter segurança de que se é capaz de seguir a dieta.

"Aromaterapia" - Muito importante num momento que temos que lidar com a dieta é se concentrar nos aromas naturais dos alimentos e perceber que eles também nos saciam. Além disso, o óleo essencial de lavanda com laranja ou bergamota (1 gota de cada) em um aromatizador no ambiente das refeições ou em um aromatizador pessoal ajuda a relaxar e diminuir a compulsividade.

"Práticas corporais, exercícios respiratórios e meditativos" - Muito se pode conseguir em equilíbrio incluindo-se duas ou três vezes na semana uma prática corporal, como yoga ou tai chi chuan. Mas também se pode alcançar excelentes benefícios corporais se apenas incluímos momentos de alongamento e respiração ao longo do dia. Uma das chaves para uma mudança de hábitos é a consciência. E estas práticas, muitas vezes bem breves, proporcionam momentos de clareza mental que ajudam nesta tomada de consciência da necessidade e dos benefícios de mudar.

"Reflexologia" - Massagem ou automassagem nos pés é por si só uma ação relaxante. Além disso, estimula os órgãos digestivos e também o pâncreas, responsável pela produção de insulina. Já a auriculoterapia (colocação de sementes ou esferas em pontos da orelha) contribui para uma boa circulação energética e o desbloqueio de pontos de tensão ajuda a conquista de um equilíbrio geral do corpo.

"Dicas indispensáveis" - Atenção à ingestão diária de água, mastigar bem e comer pausadamente evitando assuntos que aborreçam durante as refeições. Descanso e preparo para uma boa noite de sono, estabelecer um horário para uma reflexão diária ou uma leitura, ouvir ou tocar música, pintar, dançar e manter ativa sua vida social, além de participar de algum trabalho social, são atividades que redimensionam os desafios do dia a dia.

Enfim, podemos considerar que o diabetes é uma mensagem importante que o corpo emite pedindo a manutenção de hábitos mais saudáveis! E que temos aliados naturais para nós auxiliar na conquista de uma vida mais equilibrada e feliz!


Por: MSN - Katia Leite - Seção: Canal Astrologia

Publicado em: 14/11/2010

Fonte: http://entretenimento.br.msn.com/astrologia/artigo.aspx?cp-documentid=26309192

Acupuntura é uma alternativa no tratamento de dores crônicas, diz estudo

Método da medicina tradicional chinesa já é reconhecido pela ciência.

AGÊNCIA NOTISA – A acupuntura é uma técnica terapêutica de origem chinesa e a cada dia ganha mais o aval da ciência, que vem comprovando sua eficácia. No estudo “Efeito da craniopuntura na qualidade de vida e melhora da dor crônica”, pesquisadores da Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (UNESP) e do Instituto Brasileiro de Terapias e Ensino (IBRATE), explicam que os efeitos benéficos da terapia incluem: melhora da oxigenação celular e das trocas metabólicas pelo aumento do aporte sanguíneo local; ativação do sistema imunológico; aumento do fluxo linfático local e analgesia e relaxamento muscular, por liberação de serotonina e opiáceos (endorfina, encefalina, dinorfina).

O estudo, publicado nos Arquivos de Ciências da Saúde, em agosto de 2009, mostra também que a técnica traz efeitos neurobiológicos, atuando, por exemplo, nos neurotransmissores relacionados à dor e à depressão. “Esse fato qualifica o método como útil e adequado na terapêutica da dor crônica, uma vez que a sensação de dor é desencadeada pelo bloqueio da circulação fisiológica de substâncias essenciais, pelos meridianos de acupuntura”, explicam Fernanda Bollini e Silva e colegas.
A dor crônica, caracterizada por ter uma duração maior que a dor aguda, se ocorrer somente devido a alguma doença orgânica, pode ser efetivamente curada ao se tratar a doença. Porém, o estudo mostra que a dor crônica pode estar envolvida a fatores psicossociais, que interferem no mecanismo de ativação do sistema morfínico. “Por esse motivo, diversas técnicas alternativas de tratamento têm sido reconhecidas nos últimos anos, entre elas, a craniopuntura”, explicam os autores.

Segundo a técnica, a cabeça é dividida por uma linha vertical que passa pelo ápice da orelha. A parte anterior é Yin e a posterior é Yang, sendo que para problemas Yang (dor), procuram-se pontos na região Yin; e para problemas Yin (paralisia), procuram-se pontos na região Yang. Os pontos podem ser localizados por palpação, detecção eletrônica, teste neuromuscular ou radiestesia. Os pesquisadores dizem que, quando os pontos são estimulados, espera-se ocorrer melhora mínima de 80%.

O presente estudo aplicou a técnica em oito pessoas com lesões por esforços repetitivos (LER) e distúrbios osteomusculares relacionados ao trabalho (DORT). Esses problemas são caracterizados por sinais e sintomas de inflamações dos músculos, tendões, fáscias e nervos, principalmente dos membros superiores, cintura escapular e pescoço.

A avaliação dos voluntários foi feita durante e após dez sessões de terapia. As agulhas foram inseridas na cabeça, no lado em que o indivíduo relatasse mais dor após a palpação dos pontos. “Pontos doloridos da cabeça servem de indicadores diagnósticos e também como pontos de tratamento. Quando tais pontos são estimulados, deverá ocorrer alívio imediato da dor”, mostra o estudo.

Eles observaram que as primeiras sessões contribuíram de forma acentuada na melhora dos indivíduos e que as sessões seguintes contribuíram de maneira mais lenta, caminhando para manutenção do quadro. “Os voluntários sentiam dores de cabeça, região lombar, nos ombros, no punho, entre outros locais. Com o tratamento, todos eles relataram melhora em sua condição clínica geral”, aponta o estudo.

Melhoras também foram observadas em relação ao humor e bem-estar das pessoas. “Devido ao fato de a acupuntura ver o indivíduo como um todo e não separar o corpo humano por segmentos, tal técnica tem sido muito utilizada não somente na amenização de dores crônicas, mas também para relaxamento e diminuição de tensão”, esclarecem os autores.


Por: Agência Notisa - Jornal Dia dia - On Line

Publicado em: 17/11/2010

Fonte: http://www.jornaldiadia.com.br/jdd/cs/45223--acupuntura-e-uma-alternativa-no-tratamento-de-dores-cronicas-diz-estudo

Brasileiros desconhecem sintomas do AVC, alertam especialistas

Acidente vascular cerebral

A cada cinco minutos, um brasileiro morre por causa de um acidente vascular cerebral (AVC), segundo dados da Academia Brasileira de Neurologia (ABN), com base em informações do Ministério da Saúde. São quase 100 mil mortes por ano no Brasil.

Durante o Dia Mundial de Combate ao AVC, especialistas alertaram que a maioria dos brasileiros desconhece os sintomas da doença e não procura o médico.

Na maioria dos casos, o AVC, popularmente chamado de derrame, é causado pelo entupimento de uma artéria cerebral por um coágulo, impedindo o sangue de chegar a outras áreas do cérebro.

"As pessoas esperam se vão melhorar e não procuram a emergência", alerta a integrante do Departamento de Doenças Cerebrovasculares da ABN, Sheila Martins.

Sintomas do derrame

Em 2008, uma pesquisa do Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto, da Universidade de São Paulo (USP), perguntou a 800 pessoas nas ruas das cidades de Ribeirão Preto, São Paulo, Salvador e Fortaleza quais os sintomas do AVC.

Somente 15,6% dos entrevistados sabiam o significado da sigla.

Ainda segundo a pesquisa, a maioria dos entrevistados confundiu a doença com paralisia, congestão, trombose ou nervosismo.

Os sintomas de um AVC são fraqueza ou dormência súbita em um lado do corpo, dificuldade para falar, entender ou enxergar, tontura repentina e dor de cabeça muito forte sem motivo aparente.

Para o neurologista e coordenador da pesquisa, Octávio Marques Pontes, o brasileiro não encara o AVC como uma doença que necessita de imediato atendimento médico, porque acha que não existe tratamento.

"A doença está presente na vida das pessoas, mas a maioria vê como sem tratamento", disse.

Pontes informou que, desde 2001, está disponível na rede pública e privada o tratamento trombolítico, que consiste na aplicação de remédios para desobstruir a artéria e restabelecer o fluxo sanguíneo, considerado o método mais eficaz.

Atendimento pós-derrame

A recomendação é que o paciente inicie o tratamento cinco horas após o aparecimento dos primeiros sintomas. O atendimento rápido aumenta em 30% as chances de sobrevivência, segundo Pontes.

Um levantamento da Associção Internacional de AVC (ISS,em inglês) constatou que 15% dos pacientes que tiveram um acidente vascular cerebral podem morrer ou sofrer novo problema no prazo de um ano.

Os especialistas alertam ainda que é possível prevenir o acidente vascular, desde que sejam adotados cuidados no decorrer da vida - entre eles praticar exercícios físicos, ter alimentação saudável e evitar o fumo, o consumo de álcool, além de ficar em alerta com as taxas de pressão e do colesterol.

A doença incide na população com mais de 65 anos, mas pode ocorrer em jovens e até recém-nascidos.

Tratamento para o AVC

Além da prevenção, os médicos apontam a necessidade de ampliar a rede com tratamento específico para o AVC. Atualmente, 62 hospitais públicos e privados oferecem o tratamento adequado, contra 35 em 2008, segundo a neurologista Sheila Martins. "Temos ainda muito a fazer", alertou.

Em um ranking nacional feito pela neurologista, o Rio Grande do Sul aparece com a maior taxa de mortalidade por AVC no país - 75 mortes por 100 mil habitantes. Em segundo lugar está o Rio de Janeiro, com 68 mortes por 100 mil habitantes, seguido pelo Piauí, por Pernambuco e pelo Paraná. O cálculo é baseado em estatísticas do Ministério da Saúde de 2007.

A Organização Mundial de AVC estima que uma em cada seis pessoas no mundo terá um acidente vascular cerebral na vida.


Por: Carolina Pimentel - Agência Brasil - Diário da Saúde

Publicado em: 05/11/2010

Fonte: http://www.diariodasaude.com.br/news.php?article=sintomas-avc-derrame&id=5907

Dicas: alimentos ricos em vitamina E combatem "calorões" na menopausa

Dietas ricas em proteínas e sal acidificam o sangue e aumentam a perda de cálcio pelo organismo.

Pesquisa inédita feita pelo Hospital das Clínicas, de São Paulo, afirmou que as brasileiras na fase da menopausa estão acima do peso. O Hospital avaliou 6 mil mulheres com mais de 40 anos ao longo de mais de uma década, mais da metade das mulheres têm excesso de peso e dois terços delas têm sintomas vasomotores, como as famosas ""ondas de calor". Os resultados mostram que as brasileiras entram na menopausa, em média aos 48 anos, o que reforça dados de pesquisas anteriores.

A menopausa é caracterizada pela ausência de menstruação por um período de 12 meses consecutivos, ocorre geralmente por volta dos 50 anos, e as consequências a longo prazo, da deficiência de estrogênio que propiciam sintomas desagradáveis e, em alguns casos, podem dar origem a patologias. Nesta fase, há um declínio dos níveis do hormônio estrógeno estradiol, responsável pelos sintomas da menopausa.

De acordo com a pesquisa, ondas de calor, palpitações e melancolias tem mais chance de aparecer em mulheres que entram na menopausa mais cedo, enquanto o aumento do peso nesse período eleva o risco de sintomas como calores e dores nas articulações e nos músculos.

Segundo a nutricionista Flávia Morais, da Rede Mundo Verde, a diminuição na produção do hormônio chamado estrogênio causa alterações no corpo da mulher como o aumento do peso, variações de humor e diminuição da libido. De acordo com a especialista mais do que pensar apenas na alimentação, a que se obedecer algumas regras para evitar o ganho de peso nessa fase.

Flávia defende a inclusão de alimentos fontes de vitaminas, principalmente a E, que possui papel fundamental nessa fase.

— Com a diminuição dos níveis de estrógeno diminui a energia, disposição e tônus muscular. Para amenizar esses sintomas devem-se priorizar alimentos frescos ricos em nutrientes como frutas, verduras, legumes e brotos. As oleaginosas, nozes, castanhas, amêndoas, sementes de gergelim, girassol e os óleos vegetais são boas fontes de vitaminas E, que ajudam a diminuir as ondas de calor — afirma.

O consumo regular de óleos insaturados, principalmente o óleo de linhaça rica em ácidos graxos Omega 3, fibras, minerais e vitaminas ajuda a diminuir a redução da lubrificação vaginal, que auxilia no bom funcionamento do intestino e tem ação antiflamatória e lubrificante de mucosa.

— A inclusão no cardápio de alimentos como a soja, fonte de isoflavonas que imitam a ação do hormônio estrógeno também ajuda a aliviar os sintomas da menopausa. E a ingestão de alimentos crus, como frutas e verduras diminuem a acidez do sangue, o que é importante para a prevenção de osteoporose — aconselha.

Flávia alerta ainda que alimentos ricos em gorduras saturadas, alimentos refinados e muito industrializados devem ser evitados pelas mulheres principalmente na fase de menopausa. O excesso de açúcar também é prejudicial, que podem piorar as alterações de humor.

— As dietas ricas em proteínas e sal acidificam o sangue e aumentam a perda de cálcio, o que contribui para a osteoporose. As dietas ricas em proteínas e sal acidificam o sangue e aumentam a perda de cálcio, o que contribui para a osteoporose de menopausa e por isso devem ser evitados — alerta.


O QUE FAZER PARA TER MAIOR QUALIDADE DE VIDA:
:: consuma alimentos ricos em vitamina E como as oleaginosas, nozes, castanhas, amêndoas, sementes de gergelim, girassol e os óleos vegetais. Elas ajudam a diminuir as ondas de calor;

:: óleos insaturados, principalmente o óleo de linhaça rica em ácidos graxos Omega 3, fibras, minerais e vitaminas ajuda a diminuir a redução da lubrifocação vaginal;

:: por ser fonte de isoflavonas, que imitam a ação do hormônio estrógeno, a soja é altamente recomendada para as mulheres;

:: alimentos crus, como frutas e verduras, diminuem a acidez do sangue, prevenindo de osteoporose;

:: tempere as saladas com azeite de oliva extra virgem, vinagre ou molhos à base de mostarda;

:: use condimentos naturais, frescos ou secos, como cebola, alho, orégano, salsa, cebolinha;

:: no café da manhã troque o pão branco pelo integral;

:: no almoço e jantar, incremente as saladas com quinoa ou amaranto;

:: fracione mais a dieta. Faça lanches entre as refeições. Isso estimulará seu metabolismo, aumentando o gasto energético.


O QUE EVITAR:
:: alimentos ricos em gorduras saturadas, alimentos refinados e muito industrializados;

:: açúcar em excesso, pois ele contribui para as alterações de humor;

:: dietas ricas em proteínas e sal acidificam o sangue e aumentam a perda de cálcio, o que contribui para a osteoporose;

:: evite temperos como a maionese, molhos prontos e o sal nas saladas.



Por: Zero Hora - On Line - Seção: Bem estar

Publicado em: 18/11/2010

Fonte: http://zerohora.clicrbs.com.br/zerohora/jsp/default.jsp?uf=1&local=1§ion=Segundo%20Caderno&newsID=a3113168.xml

Problemas cardiovasculares acompanham diabéticos em idades mais avançadas, diz estudo

Má circulação causada pelo aumento da glicose no sangue eleva risco de hipertensão.

Estudo feito com mais de 10 mil diabéticos identificou que 31% das pessoas que apresentam a doença também sofrem de problemas cardíacos. A diabetes é caracterizada pelo aumento dos índices de glicose no organismo. Como consequência, ocorre a má circulação, que obstrui os vasos sanguíneos e aumenta a chance do paciente desenvolver hipertensão arterial e doenças cardíacas.

Também foi identificado que, entre os diabéticos, dois dos principais fatores de risco estão entre os agravantes da doença: o sedentarismo, presente em 33% dos casos, e o índice de massa corpórea (IMC), que, neste grupo, é considerado inadequado para 71% dos participantes, sendo 39% com sobrepeso e 31% obesos.

— Os dados são preocupantes. É essencial que as pessoas com diabetes realizem algumas mudanças no hábito de vida. Os exercícios físicos podem melhorar a circulação sanguínea, ajudando a evitar as complicações decorrentes da doença, como problemas — explica o diretor de Prestadores e Serviços Médicos da SulAmérica, Roberto Galfi.

Os dados do estudo, realizado pela SulAmérica Saúde, foram analisados com base em um grupo de 65.700 que participaram do Saúde Ativa, programa de medicina preventiva e monitoramento da saúde.

Por: Zero Hora - On Line - Seção: Bem estar

Publicado em: 18/11/2010

Fonte: http://www.clicrbs.com.br/zerohora/jsp/default.jsp?uf=1&local=1§ion=Segundo%20Caderno&newsID=a3113158.xml

Estudo associa excesso de refrigerantes e sucos ao risco de diabetes

Quem consumia de uma ou duas porções por dia (cerca de 340g) tinha 26% mais chances de desenvolver a doença.

O consumo excessivo de refrigerantes, sucos e outras bebidas adoçadas com açúcar, aliado ao ganho de peso, pode contribuir para o desenvolvimento de diabetes tipo 2, segundo estudo publicado na edição de novembro da revista científica Diabetes Care. De acordo com os especialistas, a ingestão dessas bebidas assim como outros alimentos açucarados deve ser limitada, para reduzir a obesidade e as doenças associadas ao excesso de peso.

Avaliando dados de diversos estudos sobre o assunto realizados até maio deste ano, incluindo um total de 310 mil participantes e 15 mil casos de diabetes, os pesquisadores da Universidade de Harvard, nos EUA, descobriram que aqueles que ingeriam mais bebidas açucaradas - uma ou duas porções por dia (cerca de 340g) - tinham 26% mais chances de desenvolver o diabetes do que aqueles que consumiam essas bebidas em menor quantidade - menos de uma porção por mês. Além disso, o consumo excessivo de bebidas açucaradas foi associado a 20% maior risco de síndrome metabólica - conjunto de fatores de risco para doença cardíaca.

“O consumo de bebidas açucaradas, incluindo refrigerantes, sucos de fruta, chá gelado e bebidas energéticas, tem crescido em todo o mundo. E o consumo regular dessas bebidas tem sido associado com ganho de peso e com o risco de sobrepeso e obesidade”, escreveram os autores. “Aliado ao ganho de peso, o maior consumo de bebidas açucaradas está associado ao desenvolvimento de síndrome metabólica e diabetes tipo 2”, acrescentaram.

Dados do Ministério da Saúde indicam que aproximadamente 11 milhões de brasileiros são diabéticos. E, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), o diabetes está se tornando a epidemia do século, afetando cerca de 246 milhões de pessoas em todo o mundo, porém cerca da metade das pessoas que têm diabetes desconhece ser portadora da doença. Por isso, segundo os especialistas a prevenção é tão importante, com alimentação equilibrada, a prática regular de atividades físicas e o controle do peso.

Por: Gazeta de Alagoas - Seção: Saúde

Publicado em: 16/11/2010

Fonte: http://gazetaweb.globo.com/v2/noticias/texto_completo.php?c=216735

Alho pode ser bom contra pressão alta, revela estudo com 50 pessoas

Voluntários que tomaram extrato envelhecido tinham pressão em torno de 10 mmHg menor.

SYDNEY - Um estudo feito por cientistas australianos e publicado na revista científica Maturitas revela que alho pode ser bom contra pressão alta.

Em um levantamento de 12 semanas, envolvendo 50 pacientes, Karen Reid e colegas da Universidade de Adelaide descobriram que aqueles que tomavam quatro cápsulas por dia de um suplemento chamado "extrato de alho envelhecido" tinham pressão arterial em torno de 10 mmHg inferior ao grupo que recebeu placebo.

Karen disse que o alho, ingerido de qualquer forma (cru, fresco ou em pó) não tem o mesmo efeito. "Quando você cozinha o alho fresco, o ingrediente responsável pela redução da pressão arterial desaparece", explicou.

"O que realmente interessa é saber que o extrato de alho envelhecido é um suplemento alimentar que funciona como uma arma secreta contra a pressão sanguínea", completa.

Há muito tempo o alho tem sido considerado bom para o coração, e praticantes da medicina tradicional indiana Ayurveda têm promovido há séculos os benefícios desse bulbo como preventivo de pressão alta.

Mas Karen afirmou que sua pesquisa foi a primeira a avaliar o impacto do extrato de alho envelhecido sobre o fluxo sanguíneo. O tratamento foi pensado para ser uma alternativa a outros medicamentos.

A pressão arterial elevada é um importante fator de risco para doenças cardíacas, derrames, insuficiência cardíaca, doença vascular periférica e insuficiência renal. O risco de problemas aumenta à medida que sobe o nível da pressão. Cerca de 1 bilhão de pessoas no mundo sofrem de hipertensão.


Por: Reuters - Estadão - On line - Seção: Notícias/Saúde

Publicado em: 18/11/2010

Fonte: http://www.estadao.com.br/noticias/vidae,alho-pode-ser-bom-contra-pressao-alta-revela-estudo-com-50-pessoas,641941,0.htm

Meditar alivia a sensação de dor

Sente muita dor? A meditação é um famoso analgésico, que diminui a percepção da dor nas pessoas, mesmo após breves sessões. Agora, um estudo revela por que: a meditação muda a forma como o cérebro processa os sinais de dor.

A prática conhecida como meditação envolve sentar-se calma e confortavelmente, e respirar uniformemente. O principal objetivo é limpar a mente, e concentrar a atenção no presente.

Estudos anteriores sugeriram que a meditação reduz a ansiedade, promove o relaxamento e ajuda a regular as emoções. Agora, a nova pesquisa descobriu que a prática de uma consciência atenta do corpo, por apenas quatro dias, afeta as respostas de dor no cérebro.

Depois de meditar, a atividade cerebral diminui em áreas dedicadas à dor e em áreas responsáveis pela transmissão de informações sensoriais. Enquanto isso, as regiões que modulam a dor ficar ocupadas e, consequentemente, a dor é menos intensa e menos desagradável.

O psicológico também interfere: a meditação pode reduzir a dor tornando as sensações físicas menos angustiantes. Todo o contexto da situação e do meio ambiente colaboram; a meditação parece atenuar esse tipo de resposta.

Além disso, não é necessário gastar muito tempo meditando para alcançar o benefício: meia hora de treino por dia durante três dias já alivia significativamente a dor, mesmo quando as pessoas não estão realmente meditando.

Para descobrir como a meditação altera a resposta do cérebro a dor, os pesquisadores reuniram 15 voluntários que passaram 30 minutos por dia, durante quatro dias, aprendendo a meditar. Antes e após o treinamento, os pesquisadores mapearam os cérebros dos voluntários usando ressonância magnética.

Durante, antes e depois de cada mapeamento, os voluntários experimentaram sensações alternativas de calor (49° C) e temperatura neutra (35° C) na panturrilha. Depois de 12 segundos, os voluntários classificaram a sua dor ao pressionar uma alavanca para a direita (se sentiram mais dor) ou para a esquerda (se sentiram menos dor). A posição da alavanca correspondia a uma escala de 1 a 10, com 10 representando a maior dor.

A meditação reduziu a percepção de dor nas pessoas em 57%. Os voluntários também relataram que a dor foi 40% menos intensa. Os cérebros dos voluntários espelharam suas percepções alteradas. A atividade caiu no tálamo, uma área profunda do cérebro que retransmite a informação sensorial do corpo para o córtex somatosensorial. O córtex somatosensorial, localizado acima da orelha, é especialista em áreas dedicadas a processamento de sinais a partir de partes específicas do corpo. Nos voluntários que praticaram a meditação, a área do córtex somatosensorial ligada a panturrilha estava “inativa”.

Enquanto isso, áreas associadas com a modulação da dor se tornaram mais ativas. Essas áreas incluíam o córtex orbitofrontal e o córtex cingulado anterior profundo, na região frontal do cérebro. O putâmen, uma estrutura enterrada no centro do cérebro, e a ínsula também mostraram mais atividade. Ambas as estruturas têm muitas funções, incluindo o controle de movimentos de sensibilização e auto-percepção.

Segundo os pesquisadores, a boa notícia é que os estudos têm mostrado que os benefícios da meditação ocorrem rapidamente. Ou seja, você não precisa ser um monge para aliviar sua dor, de forma que a meditação se torna uma opção realista para pessoas que passam por cirurgia ou têm lesões.


Por: Natasha Romanzoti - Hype Science

Publicado em: 21/11/2010

Fonte: http://hypescience.com/meditar-alivia-a-sensacao-de-dor/

5 Exercícios para reduzir as dores de quem trabalha em escritório

Um treinamento simples ajuda a reduzir a dor e melhorar o funcionamento do músculo trapézio, que vai da parte de trás do pescoço até a parte superior das costas. Os exercícios foram criados a partir de um estudo dinamarquês que tem como objetivo diminuir as lesões causadas por movimentos repetitivos no ambiente de trabalho – conhecida como LER.

Os autores do estudo citam duas pesquisas realizadas recentemente na Dinamarca, que descobriram que mais da metade das mulheres que trabalham em escritórios têm dores freqüentes no pescoço. O outro estudo mostrou que mais de dois terços das trabalhadoras que têm este tipo de dor sofrem com dor muscular no trapézio.

A equipe de pesquisadores conseguiu encontrar cinco exercícios de força podem reduzir muito a dor no pescoço. Ao perceber os motivos que levam à dor no músculo e como melhorar o problema com os exercícios, os cientistas desenvolveram uma espécie de reabilitação para os músculos danificados.

Cinco exercícios fáceis que acabam com as dores

O estudo foi realizado com 42 mulheres que trabalhavam em escritórios, realizando tarefas repetitivas no computador, por exemplo, e que afirmavam ter dores fortes na área do pescoço, além de rigidez muscular. Os pesquisadores dividiram as mulheres em três grupos, aleatoriamente.

Um grupo de 18 mulheres realizou cinco exercícios com halteres – as imagens dos exercícios podem ser encontradas aqui, onde você também pode encontrar vídeos de cada exercício, em ângulos diferentes. Os exercícios fortalecem a musculatura do ombro, e foram realizados em três séries, três vezes por semana. O peso dos halteres foi adequado à força de cada uma das participantes e foi aumentado no decorrer das dez semanas em que o estudo foi realizado.

Outro grupo de 16 mulheres realizaram exercícios na bicicleta ergométrica, com base em outros estudos, que afirmam que a melhora da condição física geral ajuda no alívio de dores musculares. Com estes exercícios, os pesquisadores dinamarqueses queriam verificar se a força e rapidez ao mover os músculos melhoraria. As mulheres deste grupo realizaram três sessões de exercícios 20 minutos por semana.

O terceiro grupo, composto por oito mulheres, recebeu conselhos individuais e em grupo sobre ergonomia no ambiente de trabalho, alimentação, saúde e relaxamento, além de dicas para controlar o stress. As sessões eram realizadas durante uma hora todas as semanas. Elas não receberam nenhum tipo de treinamento físico.

Antes e depois do fim do estudo, os participantes tiveram a força e rapidez de movimento no trapézio testadas. Além disso, os cientistas analisaram amostras dos músculos das mulheres, para observar como o treinamento afetaria as fibras musculares e os níveis de dor a cada sessão.

Segundo a pesquisa, o exercício na bicicleta ergométrica não teve efeitos significativos sobre a força e rapidez do músculo estudado. Já o treinamento com os halteres diminuiu a dor em 50%, além de aumentar a rapidez de ativação do músculo e aumentou o número de fibras musculares ligadas à força.

Para a realização de exercícios físicos, é sempre importante a orientação de pessoas especializadas, que possam ajudar para que os resultados sejam benéficos e permitam que a dor muscular melhore — e não seja substituída por outra!

Por: Alessandra Nogueira - Hype Science

Publicado em: 23/11/2009

Fonte: http://hypescience.com/24794-exercicios-reduzir-dores-de-quem-trabalha-em-escritorio/

Meditação ganha seguidores interessados em saúde e alívio para estresse

Prática nos faz entender fatores do sofrimento, em vez tentar supri-lo ou evitá-lo.

O ímpeto de buscar a felicidade, atrelando-a a prazeres, cria expectativas desproporcionais. Se eu comprar um carro novo, serei feliz, ou se eu passar no vestibular, minha felicidade estará garantida, pensamos.

— Isso gera um constante estado de perturbação mental. Sempre estamos jogando para o futuro situações que não dependem só de nós. Dependem de eventos, de outras pessoas, gerando uma condição de estresse, já que não temos controle sobre esse tipo de acontecimento — afirma o engenheiro Régis Guimarães.

Aos 71 anos, ele é um dos criadores da Sociedade Vipassana de Meditação, grupo não religioso e sem fins lucrativos que se dedica à prática e aos ensinamentos dessa técnica de meditação de matriz budista. Segundo ele, todos podem, por meio do conhecimento de si mesmos, mitigar a dor e a frustração.

— A meditação nos faz entender os fatores do sofrimento, em vez tentar supri-lo ou evitá-lo. Um resumo seria: "Não tente ser feliz. Pare de sofrer". A felicidade é decorrente, surge quando você elimina o sofrimento — explica Régis, praticante da vipassana desde 1985.

Apesar dos seus milhares de anos de história, a meditação ainda padece, em grande parte do Ocidente, de uma aura de misticismo que impede muitos de a conhecerem mais profundamente. Entretanto, os benefícios visíveis já despertam a atenção da comunidade científica brasileira. Mais ainda, membros dela, que já colocam a meditação como prática constante, se valem dos seus conhecimentos acadêmicos para "legitimar" a prática fora do âmbito religioso.

— A razão de eu ter me interessado pela meditação é que, como médico, procuro o melhor para os meus pacientes. Nesses 43 anos de profissão, garanto: nada é mais poderoso no sentido de recuperar e de manter a saúde do que a meditação — diz o médico Carlos Eduardo Tosta da Silva, professor da Universidade de Brasília (UnB).

Prática sob análise científica

Ele foi orientador da primeira dissertação de mestrado que pôs a meditação prânica sob análise científica no mundo, apresentada mês passado na universidade pelo biólogo César Augustus Fernandes da Silva.

— Como vimos que ela trazia benefícios para os praticantes, resolvemos submeter a meditação prânica à metodologia científica para entender esses efeitos e os mecanismos envolvidos — lembra César.

A análise, que durou 10 semanas, envolveu voluntários saudáveis em um curso de meditação prânica, com aulas semanais de três horas de duração e prática diária em casa. Orientador e aluno avaliaram o nível das células do sistema imunológico que participam da regulação e da manutenção da saúde, assim como o comportamento de hormônios envolvidos em situações de estresse.

— Os resultados mostraram que a meditação prânica foi capaz de aumentar a atividade dos fagócitos, células que captam agentes infecciosos, ingerem-nos e os digerem, produzindo radicais microbicidas. Além disso, os hormônios estudados, abundantes no estresse, tiveram seus níveis reduzidos — completa o médico.

Fortalecendo o cérebro

Régis Guimarães, da Sociedade Vipassana, relaciona a decisão de se iniciar uma experiência meditativa com a entrada em uma academia. Quando alguém percebe que o físico necessita melhorar, se vale de exercícios para fortalecê-lo. A meditação faz isso com o cérebro, fazendo com que ele possa se antecipar aos impulsos ao garantir uma melhor observação da realidade.

— A meditação tem a função básica de trazer o indivíduo para um estado de tranquilidade. Você tem que baixar o nível de seu sistema hormonal. A partir desse estado, abre uma janelinha do seu interior.

Antever os acontecimentos não tem nada a ver com previsão de futuro. Régis explica que o cérebro é dividido em três partes: o córtex, que controla o lado mais racional do ser humano; o límbico, mais voltado para o emocional; e o reptiliano, que tem controle sobre as ações involuntárias. Essas últimas, tais como o batimento cardíaco ou o piscar dos olhos, são as mais primitivas e também podem ser relacionadas ao estado de vigília constante contra os perigos.

— Todo nosso processo de sobrevivência é comandado pelo reptiliano, que tem que ser rápido. E, por sermos seres reativos, mesmo as decisões conscientes serão reações aos nossos valores, quando defendemos nosso próprio eu.

O engenheiro afirma que a meditação exerce poder sobre o consciente para que ele possa perceber essas reações antes de serem postas em prática — dessa forma, ninguém toma decisões impensadas.

— Essa é a beleza da meditação: criar as condições para que você perceba, cada vez mais cedo, a origem do sinal.



Por: ClicRBS - Seção: Notícias - Fonte: Correio Braziliense

Publicado em: 29/11/2010

Fonte: http://www.clicrbs.com.br/especial/sc/donnadc/19,0,3121111,A-pratica-da-meditacao-ganha-seguidores-interessados-em-saude-e-alivio-para-o-estresse.html

Medicina alternativa deverá ser oferecida na rede pública de saúde

Os cidadãos que precisam se submeter à medicina alternativa, no Estado de Mato Grosso, podem começar a ter uma nova esperança em relação ao custeio do tratamento. A Assembleia Legislativa está avaliando o Projeto de Lei nº 12/2011, de autoria do deputado Nilson Santos (PMDB), que determina a criação dos serviços de acupuntura, homeopatia, reiki, fitoterapia, musicoterapia e técnicas orientais de terapia corporal nas unidades de saúde e nos hospitais mantidos pelo Governo do Estado.

Na justificativa do projeto, Nilson Santos explica que em vários países, inclusive no Brasil, a prática de tais modalidades está sendo cada vez mais conhecida, sendo utilizada por parcela considerável da população- que busca a solução para diversos problemas. Apesar dos resultados positivos, a medicina alternativa ainda não é acessível à população carente.

Um estudo feito aponta que em geral, pacientes da medicina alternativa já tentaram tratamentos com as práticas médicas convencionais e não conseguiram a solução dos problemas. “Já que a saúde é um dever do Estado, as práticas sugeridas no projeto garantem às pessoas uma vida mais saudável”, explica o deputado, ao complementar que o governo não pode continuar alheio ao tema.

“É preciso criar meios adequados para que a população possa usufruir de maneira igual, dos conhecimentos de especialistas na prática da medicina alternativa.”, justifica o deputado, ao argumentar que a medicina alternativa, conquista, a cada dia, mais e mais adeptos.

Por: 24 Horas News

Publicado em: 10/03/2011

Fonte: http://www.24horasnews.com.br/index.php?mat=361528

Colesterol bom: não é só a quantidade que importa

Níveis de colesterol bom

Altos níveis de colesterol "bom" (colesterol HDL) estão associados com uma diminuição no risco de doença arterial coronariana.

Essa doença, que ataca os grandes vasos sanguíneos arteriais, é uma das principais causas de ataque cardíaco e derrame.

Isto sugere que terapias para aumentar os níveis de HDL poderiam ser clinicamente úteis.

No entanto, tais terapias não demonstraram uma diminuição clara na doença, indicando que os efeitos benéficos do HDL provavelmente não estão relacionados apenas à sua abundância.

Funções do colesterol bom

Novas evidências que dão apoio a essa ideia foram obtidas agora por uma equipe de pesquisadores da Universidade de Zurique, na Suíça, liderada pelo Dr. Ulf Landmesser.

O grupo descobriu que o HDL de pacientes com doença arterial coronariana tem efeitos diferentes sobre as células que revestem os vasos sanguíneos do que o HDL de indivíduos saudáveis.

Em particular, o HDL de pacientes com doença arterial coronariana não apresenta os efeitos anti-inflamatórios sobre as células de revestimento dos vasos sanguíneos e pode não estimular a reparação desse revestimento.

Segundo os cientistas, estes dados indicam que, para usufruir do potencial protetor do HDL, deve-se levar em conta também suas funções biológicas, e não apenas sua abundância.

Descobertas sobre o colesterol

A descoberta abre um caminho todo novo de pesquisas justamente sobre essas funções biológicas e como elas variam de indivíduo para indivíduo e, no mesmo indivíduo, entre uma condição saudável e uma condição patológica.

Como é comum acontecer na ciência, este estudo vem demonstrar que as coisas não são tão simples quanto se acreditava.

Outro grupo de pesquisadores já havia demonstrado que mais colesterol bom nem sempre é melhor para a saúde.

Logo depois que a estrutura do HDL foi desvendada, descobriu-se também que o LDL, o chamado colesterol ruim, não é tão ruim quanto se pensava.



Por: Redação do Diário da Saúde

Publicado em: 28/06/2011

Fonte: http://www.diariodasaude.com.br/news.php?article=colesterol-bom-nivel-funcao&id=6642

Extrato de própolis inibe crescimento do câncer de próstata

Éster fenetil do ácido cafeico

Um medicamento natural, sem contra-indicações, extraído da própolis das abelhas inibe o crescimento do câncer de próstata, tanto em cultura de laboratório, quanto em tumores reais em cobaias.

Seu nome é "éster fenetil do ácido cafeico", ou CAPE (Caffeic acid phenethyl ester).

É um composto isolado da própolis, a resina utilizada pelas abelhas para remendar buracos em suas colmeias.

A própolis tem sido usada há séculos como remédio natural para as mais variadas condições, de dores de garganta e alergias a queimaduras e câncer.


Própolis brasileira é a melhor e a mais rica do mundo

Interrupção do câncer por tempo indeterminado

Agora, pesquisadores combinaram métodos tradicionais de pesquisa do câncer com técnicas de ponta de uma área conhecida como proteômica para estudar a ação da própolis diretamente nas células.

Eles descobriram que a CAPE impede o crescimento do câncer de próstata em estágio inicial impedindo que o aglomerado de células tumorais detecte de fontes de alimentação.

"Quando você alimenta os camundongos diariamente com CAPE, os tumores param de crescer. Depois de várias semanas, se você parar o tratamento, os tumores começam a crescer novamente no seu ritmo original," disse o Dr. Richard Jones, da Universidade de Chicago (EUA).

"Ou seja, o composto não mata o câncer, mas basicamente vai parar por tempo indeterminado a proliferação do câncer de próstata," esclarece ele.

Inibição da alimentação

Os resultados sugerem que o composto da própolis interrompe a divisão celular, em vez de matar as células cancerosas.

"Parece que o CAPE basicamente inibe a capacidade das células do câncer da próstata para perceber que há alimentação disponível," disse Jones. "Elas param todas as assinaturas moleculares que sugerem a presença da nutrição, e as células deixam de ter a resposta proliferativa normal à nutrição."

A capacidade do composto para congelar a proliferação das células de câncer tornam-no um promissor co-tratamento, juntamente com as quimioterapias destinadas a matar as células tumorais.

O pesquisador alerta que serão necessários ensaios clínicos em humanos antes que o composto de própolis possa ser usado como medicamento receitado clinicamente.



Por: Redação do Diário da Saúde

Publicado em: 04/05/2012

Fonte: http://www.diariodasaude.com.br/news.php?article=extrato-propolis-inibe-crescimento-cancer-prostata&id=7722





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Publicado em: 30/11/-0001

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Publicado em: 30/11/-0001

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