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Cães "medrosos" fazem terapia para enfrentar fogos de artifício em jogos

Todo jogo do Brasil é dia de tormento para Mel. Com a explosão dos fogos de artifício, ela tentou o "suicídio" duas vezes. Só não morreu, tadinha, porque pulou da sacada do primeiro andar.

O medo de rojões da cadela vira-lata de 4 anos é tanto que, no jogo contra a Coreia do Norte, na terça, ela conseguiu abrir a porta e fugiu. Só foi achada tempos depois.

Para aliviar traumas como o de Mel, canis têm usado CDs de sons de fogos de artifício, acupuntura e homeopatia com florais de bach.

Entre os problemas enfrentados pelos cachorros estão fuga, enforcamento nas coleiras ou morte por torção de estômago e convulsões.

"Ela comeu a rede de proteção da varanda e pulou", diz a farmacêutica Tatiana Gaban, dona da Mel. A cachorra já tomou até dramin e maracujina, sem sucesso.

Outra medrosa em tratamento é Flora, uma golden retriever de 7 anos. "Quando passa perto de uma corneta ou qualquer coisa que remeta aos jogos, ela sai correndo. Tenho medo de ela ter um ataque do coração", diz Fábio Ribas Molinari, o dono.

O fisioterapeuta teve de comprar uma caixa de transporte, onde Flora se sente mais segura, para trancá-la nos dias de jogos no segundo subsolo da garagem.

Segundo os tratadores, o medo vem da maneira como os animais foram "sociabilizados" quando eram filhotes e nada tem a ver com a raça.

"Donos não podem mostrar preocupação e ansiedade nos jogos para não passar insegurança para os cães", diz Raquel Hama, dona do canil Dogwalker.

O tratamento contra o pânico, feito ao longo do ano, custa R$ 70 por sessão, e os florais são aplicados ao menos 15 dias antes dos jogos.

"Nesta época de Copa, recomendamos colocar algodões nos ouvidos e tocar música. Meu cão adora Rita Lee", afirma Marta Carmello, veterinária acupunturista.


Por: Mídia News - Seção Cotidiano

Publicado em: 19/06/2010

Fonte: http://www.midianews.com.br/?pg=noticias&cat=3&idnot=25445

Conheça algumas maneiras de meditar

Quem disse que para meditar precisa ficar sentado por horas? De pé ou sentada, com música, mantra ou em silêncio, descubra a maneira que melhor se adapta a você

É um equívoco comum pensar que a meditação consiste em ficar sentado no chão ou em uma almofada especial por horas. Na verdade, existem muitas maneiras diferentes de meditar, em períodos que duram desde cinco minutinhos de folga na sua cadeira do escritório, até um retiro longo e silencioso no fim-de-semana. Qualquer um que tenha interesse em meditar pode encontrar um estilo que sirva as suas necessidades, horários e orçamento.

ENTRANDO EM CONTATO COM O SOLO
Não importa o estilo da meditação que você escolher, o contato com o chão faz parte dele, mas você pode também do senti-lo isoladamente. Retire seus sapatos e meias. Sente em uma posição relaxante e confortável, que permita que todo o comprimento de seu pé esteja em contato com o chão. Posicione suas mãos em seu colo. Feche os olhos e visualize a base da sua espinha se entendendo – como as raízes de uma árvore – para o centro da terra. Inale e alongue a base da sua espinha para baixo. Faça isso e, ao mesmo tempo, sinta o topo de sua cabeça se alongando para cima. Exale e relaxe seus músculos, deixando a energia negativa aflorar para fora de sua espinha e através da raiz da árvore. Você pode fazer esse exercício por alguns minutos ou pelo tempo que desejar.

MEDITAÇÃO SENTADA
A mais popular técnica de meditação continua sendo a meditação sentada. Dentro desta prática existem algumas variações. Algumas pessoas sentam na posição de lótus, enquanto outras sentam em uma almofada ou em um pequeno banquinho para prevenir a cãibra. Alguns dos praticantes fecham os olhos. Outros preferem ficar de com as pálpebras abertas, para prevenir o sono, uma vez que a meditação demanda uma mente alerta. Inale e exale, usando a técnica do contato com o solo para focar a mente. Ao invés de resistir à entrada de pensamentos externos e preocupações em sua mente, acolha-os. Permita que eles saiam rápido. Se sessões longas de meditação sentada são desconfortáveis, tente intercalá-las com intervalos de dois minutos em pé.

MEDITAÇÃO DE CADEIRA RECLINÁVEL
Para aqueles que acham a tradicional meditação sentada desconfortável, esse método é uma alternativa aceitável. Ajuste uma cadeira no nível médio de reclinação. Tire os seus sapatos e meias. Pressione as solas de seus pés uma contra a outra. Coloque as mãos no colo ou contra o peito. Relaxe, respire e aprecie o momento presente. Permita que os pensamentos passem por sua mente, mas não converse com eles internamente.

MEDITAÇÃO MANTRA
Cantar mantras é uma técnica de meditação clássica. Ela pode ser tão simples quanto poderosa, com a entoação de “om” ou “shanti”, ou com a utilização de uma frase de auto-realização ou focalização que prefira usar. Você pode dizer mantras em voz alta, silenciosamente, ou como um “hum”. Enquanto você repete o mantra, preste atenção no fluxo de energia e na respiração. Você pode cantar mantras com qualquer forma de meditação: em pé ou sentada.

MEDITAÇÃO COM MÚSICAS PURIFICADORAS
Uma das mais criativas e energéticas técnicas de meditação é a dança purificadora, um estilo visto mais frequentemente em redemoinhos Sufi ou rituais shamanicos. Você começa ficando em pé descalça, respirando e sentindo o solo. Essa é uma oportunidade excelente para definir um objetivo para o seu ritual ou para fazer interiormente perguntas para as quais você procura respostas. A transição para o segundo estágio da dança é feita normalmente com música instrumental. Ela pode ser acompanhada de gritos, cantos ou expressões emocionais. Essa transição pode durar de 20 minutos à uma hora, sendo intercaladas por fases de dança mais lenta. Para finalizar a meditação, você deve ficar dez minutos deitada no chão.







Por: Fonte: Raquel Beer/ModernMom/Terra - Expresso MT

Publicado em: 22/09/2010

Fonte: http://www.expressomt.com.br/noticiaBusca.asp?cod=92966&codDep=3

Hipertensão sistêmica: uma grande vilã

Este Artigo conclui a revisão sobre Hipertensão Arterial Sistêmica revendo sumariamente mais alguns tratamentos alternativos. Atenção para o fato de que são todos naturais, e quem os indica sempre orienta quanto aos cuidados gerais com o corpo, principalmente no que tange à atividade física e à alimentação, pelo que alguns quiseram atribuir seus efeitos tão somente à perda ponderal o que não deixa de ter valor, de vez que bem se sabe que perda de peso moderada (de aproximadamente 10%) pode chegar a normalizar a TA. Uma análise de 11 estudos mostrou que a redução média de pressão arterial foi de 1,6mm na sistólica e 1,1 na diastólica.

Tocando na Homeopatia, o próprio diagnóstico do paciente já leva em conta todas dimensões da doença (físicas, gerais e psíquicas), tornando-o um modo de ver a pessoa como um todo. O tratamento, portanto, levará a um equilíbrio geral do indivíduo e não apenas tratará sua doença. Entre outros locais de estudo, no London Royal Homeopathic Hospital tem-se buscado investigar cientificamente o efeito dos medicamentos preparados hahnemannianamente, mas ainda se carece de dados mais conclusivos. Não obstante continua-se a prescrição clínica, dita de sucesso significativo. Alguns dos medicamentos usados em pacientes incluem: Nux vomica, Sulphur, Avena sativa, Crataegus, Tabacum, Veratrum viride, Viscum album, Aurum metallicum, Baryta muriatica. Não vale a pena adentrar detalhes das indicações respectivas, já que fazem-se merecedoras de indicação por profissional.

O campo dos medicamentos Florais é, quiçá, ainda mais movediço e, ele sim, tem-se mostrado particularmente impermeável a investigações científicas mais profundas. Originalmente seriam de considerar os remédios clássicos ingleses, do Dr. Bach (aliás, nome a ser corretamente pronunciado “béc”, à feição inglesa, e não, como se usa fazer, “bar”, à alemã!), tendo-se, com o tempo, seguido os Florais Californianos, os Australianos, os Espanhóis, os Franceses, os Argentinos (de Raff), os de SaintGermain, isto sem falar nos bem nacionais, de Minas, do Cerrado, da Amazônia, de Aleixo, e inúmeros mais. Falar neles em associação com doenças “físicas” seria duplamente temerário, de vez que tais medicamentos não só ainda não foram pesquisados em termos mais precisos como orientam-se preponderantemente por e para estados psíquicos. Não obstante, ao mesmo tempo tem-se que a relação estreita entre condições anímicas e a HAS sugere serem indicáveis em casos da mesma.

Com relação à Musicoterapia as coisas têm sido melhor estudadas. Recentes estudos demonstraram bem que contribui para melhorar a qualidade de vida (QV) e o controle da pressão arterial, sinalizando que pode vir a representar um reforço na abordagem terapêutica do hipertenso. Um ensaio clínico que avaliou pacientes de ambos os sexos, com mais que 50 anos, portadores de HAS leve, em uso de medicação, dividiu-os em grupos experimental e controle. Ao primeiro, além do tratamento convencional, ofereceram-se sessões musicoterápicas semanais durante três meses, tendo-se observado melhora significativa na QV e no controle da TA, sinalizando que essa atividade pode representar um reforço na abordagem terapêutica em programas de atendimento multidisciplinar ao paciente hipertenso.

No que diz respeito à Acupuntura, em que pese muitos detratores referirem-na por “acientífica” e mesmo muitos de seus praticantes acharem que não se presta a pesquisas precisas, os trabalhos que mostram seus efeito na HAS contam-se já por milhares. Grosso modo são oriundos da China, que já desponta como detentora de grande potencial no campo da investigação científica, secundando-se a ela a Rússia. Em um experimento publicado em 1997, 50 pessoas não tratadas com medicamentos anti-hipertensivos receberam Acupuntura e, em 30 minutos, tiveram uma queda na pressão arterial média de 169/107mmHg para 151/96, com uma diminuição da frequência cardíaca de 77 para 72 batimentos por minuto. Os níveis sanguíneos de renina (um hormônio relacionado à regulação da pressão arterial) também sofreram uma queda significativa. Outros estudos demonstraram que a técnica pode melhorar a função do lado esquerdo do coração, além de ser eficaz em pessoas em quem os medicamentos anti-hipertensivos não surtiram efeito. Pesquisadores da Califórnia também provaram que pode aliviar o aumento da TA causado pelo stress, pois naqueles que a receberam houve aumento de apenas 2,9mmHg durante os períodos estressantes, em vez dos 5,4 daqueles que não a receberam.

Por: Tribuna do Norte - Dr. Jorge Boucinhas - médico e professor da UFRN - Seção: Artigos

Publicado em: 12/12/2010

Fonte: http://tribunadonorte.com.br/noticia/hipertensao-sistemica-uma-grande-vila/167321

As terapias complementares na qualidade de vida dos doentes hemato-oncológicos

A Associação de Apoio aos Doentes com Leucemia e Linfoma (ADL) promove no próximo dia 25 de Janeiro, pelas 16:00, uma Mesa Redonda, subordinada ao tema “Mente sã em corpo são: o Reiki como terapia complementar à qualidade de vida dos doentes hemato-oncológicos”.

O evento, organizado em parceria com a Novartis Oncology, decorre na Aula Magna da Faculdade Medicina da Universidade do Porto, sendo a entrada livre e gratuita, avança comunicado de imprensa.

Os doentes hemato-oncológicos, ou seja, doentes com patologias como as leucemias, linfomas e mielomas, enfrentam um grande desafio: sobreviver à doença com qualidade de vida. Ultrapassada a fase aguda, a grande maioria destes doentes consegue que a situação evolua para a cronicidade, passando a conviver com a doença durante um longo período de tempo.

Neste contexto, em que é cada vez mais elevada a esperança de vida do doente com cancro, há que destacar a importância da adesão à terapêutica, como forma de assegurar uma maior qualidade de vida. Para isso, é indispensável que todos os passos do tratamento decorram na altura certa e segundo a ordem adequada. E é do total interesse do doente a colaboração neste mesmo processo, empenhando-se para que decorra como previsto, já que, será ele próprio o beneficiário deste sucesso.

Terapias holísticas complementam qualidade de vida

E é aqui que surgem novas problemáticas para os doentes e para os profissionais de saúde que os assistem. Procuram-se formas e métodos que permitam complementar esta qualidade de vida com outro tipo de terapias que melhorem o bem-estar dos doentes, como por exemplo a medicina holística, nomeadamente o Reiki. O terapeuta, ao permitir que a energia flua no ser humano, possibilitará a diminuição da ansiedade, do sofrimento, da dor, da fadiga e de todos os estados de dependência física.

Complementarmente, são favorecidos os sentimentos positivos, o sono, o repouso, a concentração, a aprendizagem, com uma consequente valorização da auto-estima.

A introdução ao tema – “Mente sã em corpo são” – será feita por Maria de Fátima Ferreira, Hematologista do Hospital de São João, Porto, e Presidente da ADL. Seguir-se-á a intervenção da enfermeira e mestre em Reiki Maria Zilda Alarcão, que abordará “O impacto da terapia de Reiki na qualidade de vida dos doentes hemato-oncológicos”.

Este tema serviu de base a um projecto de investigação pioneiro em hospitais portugueses, o qual foi desenvolvido, de 2007 a 2009, em doentes hemato-oncológicos do Serviço de Hematologia do Hospital de São João.

Esta mesa redonda é aberta ao público que, no final, poderá ainda participar no espaço disponível para discussão.


Por: Portal de Oncologia Português

Publicado em: 18/01/2011

Fonte: http://www.pop.eu.com/news/3954/26/As-terapias-complementares-na-qualidade-de-vida-dos-doentes-hemato-oncologicos.html

Cancro: o êxito das terapias alternativas

Investigação demonstrou benefícios do Reiki em doentes oncológicos.

A maioria dos doentes internados na Unidade Hemato-oncologia do Hospital S. João que integraram um projecto de investigação sobre o impacto da terapia de Reiki demonstraram «uma diminuição do sofrimento associado à ansiedade e à dor», escreve a Lusa.

Em declarações à Lusa, Fátima Ferreira, hematologista no Hospital de S. João, Porto, e presidente da Associação de Apoio aos Doentes com Leucemia e Linfoma, explicou que os doentes que se submeteram a esta terapia complementar conseguiram «ultrapassar melhor do que os outros os aspectos quer fisiológicos, quer psíquicos da situação em si».

Fátima Ferreira falava à Lusa a propósito de uma mesa redonda que se realiza na terça-feira na Aula Magna da Faculdade de Medicina do Porto para analisar o «Contributo da medicina holística no tratamento dos doentes hemato-oncológicos Reiki, uma resposta credível».

A introdução ao tema «Mente sã em corpo são» será efetuada pela hematologista Fátima Ferreira, a que se seguirá a intervenção da enfermeira e Mestre Reiki Maria Zilda Alarcão que abordará «O Impacto da Terapia de Reiki na qualidade de vida dos Doentes hemato-oncológicos», que serviu de base ao projecto de investigação que liderou.

No estudo participaram 100 doentes, metade dos quais foram submetidos àquela terapia complementar.

«A minha vivência como terapeuta de Reiki permitiu alicerçar o desejo de que este projeto fosse dirigido a um grupo de doentes específico, representativo da minha experiência profissional, como enfermeira, pelo que optei pela Unidade de Hemato-Oncológica do Hospital de S.João», disse a responsável pela investigação.

A enfermeira pretendia perceber como o Reiki poderá ajudar, de forma holística, «a minorar o sofrimento destes doentes nas suas vertentes mais significativas».

Destas, salientou «o sofrimento, considerando o sentido mais amplo do termo, a ansiedade, a dor, as alterações da auto-imagem e os efeitos colaterais dos tratamentos como a quimioterapia».

A hematologista Fátima Ferreira referiu ainda estudos feitos em animais que mostram que «os ratos com cancro submetidos a Reiki também têm uma melhoria da imunidade celular».

«Há por isso algumas evidências científicas experimentais que nos dizem que o Reiki pode ser benéfico. Tudo isto ainda não está 100 por cento experimentado, mas há evidências nesse sentido e há o testemunho dos doentes», acrescentou.

Reiki é uma designação japonesa que significa «Energia Vital Universal» e que se caracteriza por ser um sistema natural de captação e transmissão dessa energia. O terapeuta, através das suas mãos, promove «uma limpeza profunda celular e restabelece - em cada ser humano - os seus níveis energéticos, em todas as vertentes», explicou Zilda Alarcão.

O terapeuta, ao permitir que a energia flua no ser humano irá permitir diminuir a ansiedade, o sofrimento, a dor, a fadiga e todos os estados de dependência física. Favorece os sentimentos positivos, o sono e repouso, a concentração e aprendizagem e valoriza a auto-estima, acrescentou.


Por: IOL - Portugal - Redação

Publicado em: 22/01/2011

Fonte: http://diario.iol.pt/sociedade/saude-cancro-reiki-doentes-dor-tvi24/1227742-4071.html

Yoga: Uma ciência da desagitação

Yoga é uma arte indiana que surgiu há cerca de 5 mil anos, mas somente em 200 a.C. foi criado um método didático para esta prática. Esse “decodificador” do Yoga chamava-se Patãnjali, e ele definiu os princípios que viriam a reger a prática do Yoga, bem como a definição do Yoga em si: Yoga Citta Vritti Nirodah (em sânscrito:“Yoga é a cessação dos turbilhões da mente”). Isto significa que o objetivo desta arte não está ligado à perda de calorias, ou ao ganho de massa muscular, mas sim cessar a agitação da mente.

A mente está constantemente agitada, abarrotada de pensamentos e estímulos externos, e isso muitas vezes não permite que lidemos com as situações da maneira adequada. Quem de nós já não fez uma barbeiragem no trânsito por pressa ou distração? Ou foi demasiado grosso com alguém que não merecia, por já estar irritado?Ou começou a esquecer coisas importantes por conta do cansaço mental? Pergunto ainda: quantos de nós adquirimos sintomas físicos como tensão muscular, fadiga, gastrite nervosa, dores de cabeça…? Amigos, não nos enganemos: não existe separação entre pensamento e sistema nervoso, portanto, não existe separação entre mente e corpo.

Já que o Yoga traz em sua filosofia essa consciência desde os tempos antigos, dois acadêmicos do curso de Fisioterapia do CEULP-ULBRA (Este que vos escreve, e Tamyris Fernandes Lima) se interessaram em investigar alguns resultados do trabalho corporal presente nesta prática, orientados pela professora Marta Lúcia Adorno, fisioterapeuta. Observou-se a execução e os conceitos das posturas (ou “asanas”, em sânscrito) e baseou-se em literatura de renome para fazer o estudo dos movimentos (Cinesiologia) presentes nestas posturas. O conceito de “Postura” se diferencia do conceito de “exercício”, pois quando se faz um exercício, existe uma meta de aquisição física (Ganho de força, massa muscular, velocidade, etc), coisa que no conceito de Postura não existe. O Objetivo da Postura de Yoga é relaxar o corpo, para que a mente possa diminuir seu estado de agitação, por isso Patãnjali diz que estas Posturas devem ser feita sem esforço, pois durante esforço físico se torna inviável relaxar a mente. O Instituto LUARE de Yoga apoiou a pesquisa disponibilizando sua professora (Márcia Ayroza) como modelo para análise de movimento.

Ao final do estudo foi concluído que as posturas do Yoga ajudam no resgate da consciência corporal, no desenvolvimento de flexibilidade e na manutenção de uma boa postura, contribuindo assim para uma melhor qualidade de vida, além de relaxar o corpo, contribuindo assim para uma mente mais estável e equilibrada. Apesar de não ser uma arte voltada para a terapia e sim para o autoconhecimento e autocontrole, o Yoga mostra-se bastante eficaz no combate a vários males, como o stress, a as dores crônicas, problemas respiratórios, problemas de circulação sanguínea, e mostrou-se eficaz também no controle da hipertensão e do diabetes, dentre outros males.



Por: Jornal O Girassol - On Line - Tiago Veloso Neves

Publicado em: 26/01/2011

Fonte: http://www.ogirassol.com.br/pagina.php?editoria=Opiniao&idnoticia=22380

Oito semanas de meditação provocam alterações cerebrais

Investigação sugere que a transformação é benéfica em saúde física e mental.

Uma equipe de psiquiatria do Hospital Geral de Massachusetts (EUA) realizou o primeiro estudo sobre como a meditação afecta o cérebro. As conclusões, recentemente publicadas no «Psychiatry Research», referem que a prática regular – até oito semanas – pode levar a alterações consideráveis em determinadas regiões cerebrais, relacionadas com a memória, a autoconsciência, a empatia e o stresse.

A investigação sugere que a transformação é benéfica para a saúde física e mental. Apesar de ser uma prática relacionada com a tranquilidade e o relaxamento, os médicos já confirmaram que “proporciona benefícios cognitivos e psicológicos persistentes durante um dia inteiro”, segundo referem os cientistas norte-americanos.

O trabalho mostra que as alterações presentes na estrutura cerebral podem estar relacionadas com esse rendimento. A autora da investigação, Sara Lazar, já tinha realizado estudos onde tinha encontrado diferenças estruturais no cérebro dos profissionais da meditação, ou seja, em pessoas com experiência neste tipo de práticas, em relação a outras pessoas sem antecedentes. As diferenças mais significativas verificaram-se na espessura do córtex cerebral, especialmente em áreas associadas à atenção e integração emocional.

Na investigação corrente, a equipa utilizou imagens por ressonância magnética da estrutura cerebral de 16 voluntários, durante duas semanas antes e depois de realizarem um curso de meditação de oito semanas – programa definido pela Universidade de Massachusetts, para reduzir o stresse.

O curso previa reuniões semanais, que incluíam a prática de meditação consciente, centrada na consciência e sem prejuízo de sensações e sentimentos, os voluntários receberam gravações áudio para continuarem o exercício em casa.

Alteração da massa cinzenta

Cada participante passou 27 minutos por dia a meditar, praticando os exercícios recomendados. Respostas a um questionário assinalavam melhorias significativas, comparativamente às semanas anteriores. A análise das imagens por ressonância magnética mostrou uma evolução na massa cinzenta, localizada no hipocampo – zona cerebral implicada na aprendizagem, memória, estruturas associadas à autoconsciência, compaixão e introspecção.

Verificaram ainda uma diminuição da massa cinzenta na amígdala cerebral, o conjunto de núcleos neuronais nos lobos temporais, relacionados com a diminuição do stresse. Contudo, nenhuma destas alterações foi observada no grupo de controlo dos restantes voluntários, ou seja, nos que não praticaram meditação.

Segundo o grupo de investigação, os resultados mostram a plasticidade do cérebro e como, mediante a meditação, este se molda e altera, de forma a aumentar o nosso bem-estar e a nossa qualidade de vida. Os avanços abrem portas para novas terapias para pacientes que sofram graves problemas de stresse e stresse pós-traumático, por exemplo.


Por: Ciência Hoje - Portugal

Publicado em: 27/01/2011

Fonte: http://www.cienciahoje.pt/index.php?oid=47128&op=all

Quinoa enriquece alimentos com fibras e vitaminas

Valor nutricional

O grão de quinoa pode ser usado para aumentar o valor nutricional dos alimentos.

Rico em minerais, vitaminas e fibras, o grão foi experimentado em formulações para bolos e recheio de bolos e bombons, em pesquisa realizada na Faculdade de Ciências Farmacêuticas da USP.

"O objetivo é desenvolver formulações que tenham valor nutricional agregado, também para dietas especiais, com características físicas melhoradas, tendo a quinoa como base", diz a professora Suzana Caetano da Silva Lannes, da FCF, que orientou o trabalho.

Quinoa

A quinoa, planta adaptada ao clima brasileiro, mas não cultivada comercialmente no País, não contém glúten e seus produtos poderão ser consumidos pelos portadores de doença celíaca, problema intestinal que ocorre em pessoas com predisposição genética para não tolerarem a ingestão de glúten.

A quinoa é uma planta originária da região montanhosa dos Andes, cultivada no Chile, Colômbia, Equador e Peru. Embora a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) tenha atestado a viabilidade do plantio no Piauí, a quinoa não é plantada comercialmente no Brasil.

A semente de quinoa é semelhante à do gergelim, mas possui um sabor amendoado. "Na pesquisa, utilizou-se suco de laranja para abrandar e emascarar o sabor, deixando-o semelhante ao de frutas", diz Adelaida. Para aumentar o valor nutricional agregado do produto, adicionou-se colágeno hidrolizado, que elevou o teor de proteínas.

"Os experimentos utilizaram a semente, que é rica em minerais, vitaminas e fibras, e não contém glúten", conta a nutricionista Adelaida Giovanna Viza Salas, que realizou a pesquisa.

Receita patenteada

Dois compostos hidrocoloides foram adicionados para dar estabilidade e consistência às formulações de bolos e recheios, a quitosana e a goma xantana. A quitosana, usada nos recheios, possui propriedades antimicrobianas e permite prolongar a vida de prateleira do produto.

De acordo com a professora, foram solicitadas patentes para seis formulações de recheio, para uso em bolos e bombons, e cinco de bolos, por meio da Agência USP de Inovação.

Os pedidos já estão registrados no Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) e o processo de concessão se encontra em andamento. "A quitosana já foi testada em formulações de achocolatados, maionese e sorvetes, sempre para aumentar sua vida útil", acrescenta Suzana.

Entre as formulações de bolos, quatro delas não contém glúten e uma não utiliza açúcar, para que possam ser utilizadas em dietas especiais. "O bolo sem glúten é destinado a portadores de doença celíaca e o sem açúcar para diabéticos", explica a professora. "Outra diferença entre as formulações são os componentes usados para dar consistência ao bolo, como farinha de arroz, por exemplo".

A nutricionista aponta que nos testes realizados em laboratório, os produtos com quinoa tiveram boa aceitabilidade. "O suco de laranja cobriu totalmente o sabor da semente, que não é percebido pelo consumidor", afirma. "Novos testes de aceitação serão necessários para a quinoa ter utilização comercial, permitindo o cultivo em escala no Brasil". A professora Suzana acrescenta que o produto ainda não foi apresentado a empresas que possam fazer sua fabricação e comercialização.



Por: Diário da Saúde - Júlio Bernardes - Agência USP

Publicado em: 17/11/2010

Fonte: http://www.diariodasaude.com.br/news.php?article=quinoa&id=5955

Má alimentação pode causar depressão, diz estudo

Ingerir alimentos ricos em gorduras trans e saturadas aumenta os riscos de depressão, segundo um estudo espanhol publicado nos Estados Unidos, confirmando os resultados de estudos anteriores que vinculavam o consumo de comida rápida a esta doença.

Os cientistas que participaram do estudo também demonstraram que alguns produtos, como o óleo de oliva, ricos em ácidos-graxos ômega 3, podem combater o risco de doença mental.

Autores do amplo estudo, realizado pelas universidades de Navarra e Las Palmas de Gran Canaria, acompanharam e analisaram a dieta e o estilo de vida de cerca de 12 mil voluntários ao longo de seis anos.

Quando o estudo começou, nenhum dos participantes havia sido diagnosticado com depressão. Ao final, 657 tinham desenvolvido a doença.

"Os participantes com um consumo elevado de gorduras trans (gorduras presentes em alimentos industrializados e na comida rápida) apresentaram até 48% de aumento no risco de depressão quando comparados com participantes que não consumiam estas gorduras", disse o chefe das pesquisas.

Almudena Sanchez-Villegas, professor associado de medicina preventiva da Universidade de Las Palmas de Gran Canaria, também observou que no evento "quantas mais gorduras trans eram consumidas, maiores os efeitos negativos produzidos nos voluntários".

A equipe de pesquisas descobriu, ao mesmo tempo, que depois de avaliar o impacto de gorduras poliinsaturadas - compostas de quantidades maiores de óleos de peixes e vegetais - , estes produtos "são associados a um risco menor de sofrer depressão".

O estudo, publicado na edição online do jornal PLoS ONE, destacou que a pesquisa foi realizada com uma população europeia que tem uma ingestão relativamente baixa de gorduras trans - compondo apenas 0,4% "do total de energia ingerida pelos voluntários".

"Apesar disso, observamos um aumento no risco de sofrer de depressão de cerca de 50%", disse o cientista Miguel Martinez.

"Com base nisto, deduzimos a importância de levar em conta este efeito em países como os Estados Unidos, onde o percentual de energia derivada destas gorduras é por volta de 2,5%", acrescentou.

O estudo indicou que o número atual de pessoas com depressão no mundo é de 150 milhões de pessoas, e aumentou nos últimos anos.

Este aumento é imputável, segundo os autores, "a mudanças radicais nas fontes de gorduras consumidas em dietas ocidentais, onde substituímos certos tipos de gorduras benéficas - como as poliinsaturadas e as monosaturadas encontradas em nozes, óleos vegetais e peixes - pelas gorduras saturadas e trans encontradas em carnes, na manteiga e em outros produtos, como massas de produção industrial e comida rápida".

Embora não seja um foco do estudo, os cientistas indicam que a doença cardiovascular fatal é "influenciada de forma similar pela dieta e pode partilhar de mecanismos similares em sua origem".


Por: AFP

Publicado em: 28/01/2011

Fonte: http://www.google.com/hostednews/afp/article/ALeqM5gQmxfnUZ87kxYuIqy85w3673_tsQ?docId=CNG.0e461512b664ac0e60aed731381d5b67.871

A ciência se rende

Cientistas comprovam que a meditação desenvolve a memória e reduz o estresse A meditação, finalmente, encontrou apoio na comunidade científica. Um estudo, que será publicado no final do mês na revista Psychiatric Research comprovou que meditar provoca significativas mudanças em áreas do cérebro associadas à memória e ao estresse. O estudo, liderado pelo Hospital Geral de Massachusetts (MGH, na sigla em inglês), Estados Unidos, é o primeiro a atestar a relação.

– Embora a prática da meditação seja associada à sensação de paz e relaxamento físico, praticantes já alegavam, há muito tempo, que ela proporciona benefícios cognitivos e psicológicos – afirma Sara Lazar, principal autora do estudo. – Demonstramos que as pessoas não se sentem melhor apenas porque passam mais tempo relaxando, mas porque acontecem essas mudanças na estrutura cerebral.

Mas para Wilson Moura, professor de meditação e yoga tibetano, é importante ressaltar que a prática da meditação é voltada ao estado da mente, não do cérebro.

– A meditação não atua no cérebro, mas na mente.

Ela ativa o cérebro – esclarece. – Se a mente estiver tranqüila, a vibração cerebral será baixa, o que faz com que o corpo tenha saúde. Numa situação normal, por exemplo, a vibração cerebral gira, em média, 20 s 25 hertz (unidade de frequência). Já durante um ataque epilético, uma pessoa chega a 70 hertz, estado total de inconsciência.




Por: Jornal do Brasil

Publicado em: 31/01/2011

Fonte: http://www.jb.com.br/jb-premium/noticias/2011/01/31/a-ciencia-se-rende/

Meditação muda estrutura do cérebro, diz estudo

De olhos fechados, em silêncio e, de preferência, sentados, os praticantes da meditação de atenção plena devem se concentrar em apenas uma coisa: a respiração.

A técnica é antiga, da tradição budista, mas começou a ser mais difundida depois de ter sido usada em um curso não religioso de redução de estresse, criado em 1979 por Jon Kabat-Zinn, professor da Escola Médica da Universidade de Massachussets.

Os benefícios da técnica, conhecida também como "mindfulness", já foram relatados em vários estudos.

A lista vai da melhora de sintomas de esclerose múltipla (como diz estudo publicado na "Neurology") à prevenção de novos episódios de depressão (demonstrada em artigo na "Archives of General Psychiatry").

Mas, agora, um estudo mostra, pela primeira vez, os efeitos provocados por essa meditação no cérebro.

A pesquisa, publicada hoje na "Psychiatry Research: Neuroimaging", foi feita pela Harvard Medical School, nos EUA, em conjunto com um instituto de neuroimagem da Alemanha e a Universidade de Massachussets.

E o mais importante: as mudanças ocorreram em apenas oito semanas de meditação em praticantes adultos iniciantes.

As conclusões foram feitas após comparações entre as ressonâncias magnéticas dos que praticaram a meditação e de um grupo-controle que não fez as aulas.

Outros estudos já haviam sugerido que a meditação causa mudanças no cérebro. Mas eles não excluíam a possibilidade de haver diferenças preexistentes entre os grupos de meditadores experientes e não meditadores.

Ou seja, não era possível afirmar se os efeitos eram causados pela prática.

MENOS ESTRESSE

Todos os 16 participantes da pesquisa, com idades de 25 a 55 anos, deveriam obedecer a um critério: não ter feito nenhuma aula de meditação "mindfulness" nos últimos seis meses ou mais de dez aulas em toda a vida.

Eles frequentaram oito encontros semanais, com duração de duas horas e meia.

Também foram instruídos a fazer 45 minutos de exercícios diários e a praticar os ensinamentos da meditação em atividades do dia a dia, como andar, comer e tomar banho.

Para avaliar as mudanças, todos os participantes e o grupo-controle fizeram ressonâncias magnéticas antes e depois do período de aulas.

Os exames iniciais não indicaram diferenças entre grupos, mas as ressonâncias feitas após o curso mostraram um aumento na concentração de massa cinzenta no hipocampo esquerdo naqueles que haviam meditado.

Análises do cérebro todo revelaram mais quatro aumentos de massa cinzenta: no córtex cingulado posterior, na junção temporo-parietal e mais dois no cerebelo.

BENEFÍCIOS

Britta Hölzel, pesquisadora da Harvard Medical School e uma das autoras do estudo, disse à Folha que isso pode significar uma melhora em regiões envolvidas com aprendizagem, memória, emoções e estresse.

O aumento da massa cinzenta no hipocampo é benéfico porque ali há uma maior concentração de neurônios, afirma Sonia Brucki, do departamento científico de neurologia cognitiva e do envelhecimento da Academia Brasileira de Neurologia.

"Antes, acreditava-se que a pessoa só perdia neurônios durante a vida. Agora, vemos que podem brotar em qualquer fase da vida, e determinadas atividades fazem a estrutura do cérebro mudar."

Isso significa que o cérebro adulto também é plástico, capaz de ser moldado.

No ano passado, um estudo dos mesmos pesquisadores já mostrava redução da massa cinzenta na amígdala cerebral, uma região relacionada à ansiedade e ao estresse, em pessoas que fizeram meditação por oito semanas.

Mas qualquer um que começar a meditar amanhã terá esses mesmos efeitos benéficos em algumas semanas?

"Provavelmente sim", diz a neurologista Sonia Brucki.

Ela ressalta, no entanto, que a idade média dos participantes da pesquisa é baixa e, por isso, não dá para afirmar com certeza que isso acontecerá com pessoas de todas as idades.

Agora, a pesquisadora Britta Hölzel quer entender como essas mudanças no cérebro estão relacionadas diretamente à melhora da vidas das pessoas.

"Essa é uma área nova, e pouco se sabe sobre o cérebro e os mecanismos psicológicos relacionados a ele. Mas os resultados até agora são animadores."



Por: Click PB

Publicado em: 31/01/2011

Fonte: http://www.clickpb.com.br/artigo.php?id=20110131113214&cat=saude&keys=meditacao-muda-estrutura-cerebro-estudo

Acupuntura e o Câncer

Entre os tantos males que atingem o homem contemporâneo, o câncer é certamente um dos significativos.

Ele surge quase sempre em decorrência do estilo de vida, da alimentação inadequada, dos verdadeiros "venenos" contidos nos alimentos ditos "modernos", associados à predisposição genética.

Em todo o mundo, e particularmente no Brasil, os números de novos casos são espantosos e crescentes. O Instituto Nacional do Câncer - INCA prevê que de 2011 para 2012 cerca de um milhão de brasileiros adoecerão desse mal.

O tratamento é penoso e, muitas vezes, os efeitos colaterais à quimioterapia e à radioterapia desencadeiam problemas emocionais e outras resultantes que dificultam e até mesmo impedem o curso natural da terapia e a cura de muitos pacientes. Além de ser muito caro e dispendioso, individual e coletivamente.

Métodos alternativos existem. A Acupuntura efetivamente Tradicional, por exemplo, pode e deve ser usada na prevenção do câncer.

Ao restabelecer o equilíbrio orgânico e energético da pessoa, mesmo que exista a tal predisposição familiar desta moléstia, e quanto mais cedo for usada a acupuntura, o paciente pode vir até a não desenvolver tal patologia, e, caso ocorra, será de maneira muito mais amena do que normalmente seria, possibilitando tratamento eficaz.

Porém, uma vez o câncer instalado, e em processo de tratamento alopático, a acupuntura deve ser realizada para a melhora das condições gerais do paciente e como mecanismo para reduzir, em quase a totalidade dos casos, os efeitos colaterais principais - enxaquecas, mal-estar, vômitos, náuseas e a tão incômoda e denunciante alopecia (perda de cabelos).

EVALDO MARTINS LEITE - médico e presidente da Associação Brasileira de Acupuntura


Uma ciência tão antiga - mais de 5.000 anos - sobrevive até hoje porque dá excelentes e comprovados resultados, e pode ser usada praticamente em todos os quadros clínicos. A Acupuntura precisa ser melhor entendida.

E não nos esqueçamos: estenda seus pulsos com regularidade ao seu acupunturista (para o real diagnóstico energético) e deixe que a tradição, aliada à modernidade, lhe cure, mas, sobretudo, busque evitar adoecer, adotando práticas saudáveis, valorizando a vida.



Por: Diário do Nordeste

Publicado em: 20/03/2011

Fonte: http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=950504

Vinho tinto tem efeito similar ao exercício físico

Resveratrol

Por mais estranho que possa parecer, cientistas estão sugerindo que o ingrediente saudável do vinho tinto, o resveratrol, pode prevenir os efeitos negativos causados pelo estilo de vida sedentário.

O estudo, publicado no conceituado periódico científico FASEB Journal, concluiu que a ingestão diária de resveratrol previne os efeitos nocivos que a ausência de gravidade exerce sobre os músculos e o metabolismo ósseo dos astronautas.

O trabalho descreve experiências em ratos que simularam a ausência de gravidade dos voos espaciais.

O grupo que ingeriu resveratrol não desenvolveu resistência à insulina ou perda de densidade mineral óssea, como aconteceu com aqueles que não foram alimentados com resveratrol.

Solução temporária

"Há uma quantidade esmagadora de dados mostrando que o corpo humano necessita de atividade física, mas, para alguns de nós, engajar-se nessas atividades não é fácil.

"Um ambiente de baixa gravidade torna isso quase impossível para os astronautas. Aqui embaixo as barreiras à atividade física são igualmente desafiadoras, sejam doenças, lesões, ou um trabalho de escritório.

"O resveratrol pode não ser um substituto para o exercício, mas pode retardar a deterioração até que alguém possa começar a se mover novamente," afirmou Gerald Weissmann, editor da revista científica.

Exercício em garrafas

Extrapolando os resultados obtidos com o ambiente de ausência de gravidade, os pesquisadores sugerem que o resveratrol pode igualmente ser capaz de prevenir as consequências danosas dos comportamentos sedentários dos seres humanos em condições de gravidade normal.

Os resultados do estudo também demonstram alguns dos mecanismos pelos quais o resveratrol age para impedir a perda óssea e muscular gerada pela falta de atividade.

O composto resveratrol é encontrado no vinho tinto, embora o álcool presente no vinho possa ter efeitos nocivos para a saúde.



Por: Redação do Diário da Saúde

Publicado em: 01/07/2011

Fonte: http://www.diariodasaude.com.br/news.php?article=vinho-tinto-efeito-exercicio-fisico&id=6665

Meditação melhora capacidade de ver os próprios erros

Inteligência emocional

Pessoas que fazem meditação saem-se melhor em tarefas que requerem autocontrole.

Isso acontece porque elas são mais abertas a suas próprias emoções.

Esta é a conclusão de Michael Inzlicht e seus colegas da Universidade de Toronto (Canadá).

Para os psicólogos, o autocontrole - que eles também chamam de "controle executivo" - é a capacidade de prestar atenção aos estímulos apropriados e iniciar comportamentos apropriados, ao mesmo tempo inibindo os comportamentos inapropriados.

É o autocontrole que o mantém estudando quando você gostaria de ir assistir TV, ou o faz levantar-se de manhã para ir caminhar, mesmo que você preferisse continuar dormindo.

"Nossos resultados sugerem que a força de vontade ou o autocontrole podem ser mais apurados em pessoas que são sensíveis e abertas às suas próprias experiência emocionais. A força de vontade, em outras palavras, está relacionada com a inteligência emocional," disse Inzlicht.

Emoções e autocontrole

A maioria das técnicas de meditação enfatiza duas práticas principais: consciência do momento presente - a chamada meditação da mente alerta - , e aceitação dos estados emocionais - o autodistanciamento emocional.

É sabido que a prática em manter a atenção no agora reforça o controle executivo, mas os pesquisadores queriam aferir a influência da aceitação emocional sobre o controle de si mesmo.

Eles analisaram a chamada "Negatividade Relacionada ao Erro", um sinal elétrico que surge no cérebro 100 milissegundos depois que uma pessoa comete um erro, o que é bem antes que ela possa estar consciente do erro.

"É uma espécie de 'ops' cerebral, um sinal de alarme cortical," explicam os pesquisadores.

Aceitação e bola para a frente

Os resultados mostraram que o cérebro dos participantes do estudo que praticavam meditação toca esse alarme cerebral muito mais fortemente do que os demais.

Mas o resultado foi ainda melhor entre aqueles que praticam técnicas de meditação voltadas à aceitação de suas emoções do que entre praticantes daquelas voltadas para a atenção, que privilegiam aspectos mais cognitivos do que emocionais.

O sinal da Negatividade Relacionada ao Erro possui um componente motivacional ou afetivo, dizem os pesquisadores. Em outras palavras, ele traz uma sensação ruim quando cometemos uma falha, e essa sensação pode motivar a pessoa a fazer melhor as coisas.

Desde, é claro, que a pessoa esteja consciente de suas emoções, para conseguir detectar essa sensação sutil.

Como as pessoas que fazem meditação estão mais conscientes de suas emoções, elas capturam a sensação mais rapidamente, aceitam-na sem se culpar, e partem para fazer melhor, concluem eles.



Por: Redação do Diário da Saúde

Publicado em: 09/06/2012

Fonte: http://www.diariodasaude.com.br/news.php?article=meditacao-melhora-capacidade-ver-proprios-erros&id=7848

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