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Beber água antes de refeição ajuda a perder peso

Dieta da água

Uma pesquisa feita por cientistas dos Estados Unidos afirma que beber água antes das refeições ajuda as pessoas a perderem peso.

Os cientistas afirmam que pessoas que estão em dieta podem perder cerca de 2kg a mais se beberem pelo menos dois ou três copos por dia antes das refeições.

A pesquisa foi apresentada em um congresso nacional da Sociedade Americana de Química, em Boston.

Dieta de baixas calorias

Todos os adultos que participaram da pesquisa tinham entre 55 e 75 anos de idade. A teoria dos cientistas foi testada em 48 adultos, divididos em dois grupos, ao longo de 12 semanas.

Ambos os grupos seguiram dietas de baixa caloria, mas um deles bebeu água antes das refeições.

Ao longo de 12 semanas, as pessoas que beberam água perderam cerca de 7kg, enquanto os demais perderam em média 5kg.

Um estudo anterior já havia mostrado que pessoas que bebem até dois copos de água antes de cada refeição ingerem de 75 a 90 calorias a menos.

Consumo de calorias

Uma das autoras da pesquisa, Brenda Davy, da universidade Virginia Tech, acredita que o fato de se encher o estômago com um líquido sem calorias antes das refeições faz com que menos calorias sejam consumidas.

"As pessoas deveriam beber mais água e menos bebidas adocicadas e com muita caloria. É uma forma simples de se facilitar o controle do peso", afirma Davy.

Segundo a cientista, bebidas dietéticas e com adoçantes artificiais também podem ajudar as pessoas a reduzir o consumo de calorias, ajudando a perder peso.

No entanto, ela disse que bebidas com muito açúcar precisam ser evitadas. Uma lata de refrigerante comum contém, em média, 10 colheres de chá de açúcar.

A pesquisa foi financiada pela entidade Institute for Public Health and Water Research, que realiza estudos sobre água e saúde pública.



Por: BBC - Diário da Saúde

Publicado em: 24/08/2010

Fonte: http://www.diariodasaude.com.br/news.php?article=beber-agua-antes-refeicao-perder-peso&id=5654

Composto de própolis pode inibir radicais livres ligados à obesidade

CAPE da própolis

O CAPE, substância extraída da própolis e testada em pesquisa da Escola de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq), da USP em Piracicaba (SP), apresenta potencial antioxidante.

Isolado da própolis produzida pelas abelhas, o CAPE é um composto fenólico que possui várias atividades biológicas, como por exemplo o efeito anti-inflamatório e antimicrobiano. A sigla vem do inglês Caffeic Acid Phenethyl Ester.

Os resultados, obtidos pela pesquisadora Aline Camila Caetano em experimentos com camundongos, revelam que o CAPE pode combater a formação de radicais livres associados à obesidade e a doenças como diabetes tipo 2 e a hipertensão.

"O estudo verificou a propriedade antioxidante em modelo experimental de obesidade e estresse oxidativo em camundongos", conta a pesquisadora, formada em Ciências dos Alimentos.

Estresse oxidativo

Durante a pesquisa, grupos de camundongos tiveram obesidade induzida por uma dieta à base de gordura de porco, por um período de 8 semanas.

Em seguida, parte deles recebeu o CAPE por via oral, nas dosagens de 13 e 30 miligramas (mg) por quilo de peso, em período de 15 e 22 dias.

Depois desse período, foi verificada a atividade de enzimas associadas ao estresse oxidativo nos tecidos adiposo e hepático.

Nos camundongos que receberam a dosagem de 13 mg, verificou-se no tecido hepático que as enzimas tiveram um comportamento semelhante ao grupo controle, composto por animais não submetidos ao estresse oxidativo gerado pela obesidade.

"Não houve aumento da atividade das enzimas, o que evidencia um possível efeito antioxidante do CAPE", destaca Aline. "Também foi registrado uma redução da produção de peróxido de hidrogênio e da peroxidação lipídica, outro indício do efeito protetor do composto."

Radicais livres

De acordo com Aline, a obesidade, devido ao maior consumo de nutrientes na dieta, leva a um aumento da glicose e de ácidos graxos circulantes no organismo, aumentando a produção de Espécies Reativas de Oxigênio (ERO) e radicais livres.

"Essas espécies estão associadas a doenças como resistência à insulina, diabetes tipo 2, esteatose hepática, hipertensão e risco de problemas cardiovasculares", ressalta. "O processo é conhecido como síndrome plurimetábolica."

O fígado, por ser um órgão com alta taxa metabólica, permitiu que o efeito antioxidante do CAPE estivesse mais presente e pudesse ser mais facilmente observado. No tecido adiposo, foram observadas poucas mudanças na atividade das enzimas, inclusive devido a dificuldade em se fazer análises na gordura dos animais", diz Aline.

A pesquisadora aponta que devido ao peso dos camundongos, a dosagem testada é muito pequena, o que leva a necessidade de novos experimentos com animais antes da utilização do CAPE ser tentada em seres humanos. "É um processo que deve levar alguns anos", observa. "Também será preciso estudar de que forma o composto seria administrado em humanos."



Por: Júlio Bernardes - Agência USP

Publicado em: 13/10/2010

Fonte: http://www.diariodasaude.com.br/news.php?article=propolis-radicais-livres-obesidade&id=5834

Alimentos que parecem bons, mas são ‘bombas’

Muitos produtos apresentados como ‘saudáveis’ e emagrecedores são na verdade vilões para a saúde e a boa forma, como refrigerante sem açúcar e sopa industrializada.

Refrigerante light não engorda, sopa industrializada ajuda a emagrecer, e adoçante pode ser consumido à vontade, certo? Erradíssimo. Segundo especialistas, muitos alimentos tidos como “saudáveis” pela maioria das pessoas são verdadeiros vilões da alimentação. Por isso, antes de confiar em tudo que você ouve (e lê) por aí, fique atento para não cair em armadilhas e prejudicar a sua saúde.

“Muitos produtos prometem em seus rótulos funções que não cumprem. Por isso, é preciso que o consumidor aprenda a ler os rótulos”, afirma a nutricionista funcional Patrícia Davidson.

Segundo a profissional, uma das dicas é ler os primeiros três ingredientes do rótulo — são eles que estão em maior quantidade no produto. “Se lá constam açúcar e gordura, o produto deve ser evitado. Além disso, se a lista de ingredientes for muita extensa, com nomes difíceis de ler, isso quer dizer que aquele não é um alimento saudável”.

Segundo Patricia, também é preciso ficar atento para não cair na armadilha dos produtos ‘light’ — alimentos que contém 25% a menos de qualquer ingrediente em comparação com a versão original. De acordo com a nutricionista, mesmo que o produto tenha menos porcentagem de gordura ou sódio, isso não significa que seja saudável.

“Em alguns casos, por exemplo, retira-se o açúcar do alimento. Mas, para que ele não perca o sabor, o fabricante acrescenta outro ingrediente, como a gordura. Ou seja: o produto continua não tendo o consumo indicado”, afirma.

Também não adianta trocar de vez o açúcar pelo adoçante. Isso porque, de acordo com a nutricionista, o consumo excessivo dessa substância faz com que o corpo produza o hormônio insulina por meio do pâncreas, e o corpo reage como se estivesse recebendo um alimento rico em açúcares. Em outras palavras: adoçante em excesso engorda.

“Pessoas sadias e ativas podem consumir um pouco de açúcar, desde que não exagerem. É mais saudável do que ingerir altas doses de aspartame. A ideia inicial do adoçante é o não consumo do açúcar, indicado para diabéticos, por questões de saúde, e para quem quer perder peso, porque ajuda a diminuir as calorias”, conclui Patricia.

Vale a pena mudar hábitos

A aposentada Angela Maria Gerk, 58 anos, é a prova de que vale a pena manter alimentação equilibrada. Desde a adolescência, Angela evita frituras, doces e refrigerantes. No cardápio, investe em saladas e legumes. O maior benefício é o bem-estar.

“Confesso que de vez em quando tenho meus deslizes. Leite, por exemplo, bebo só no café da manhã, sei que deveria tentar beber mais, para evitar osteoporose. De resto, procuro fazer trocas saudáveis. Uso o forno ao invés da frigideira, por exemplo. Isso evita a gordura na refeição”, ensina. “Também prefiro bebidas ao natural. Não coloco adoçante no suco, por exemplo”, diz.

Aos 60 anos, o engenheiro André Cintra resolveu mudar de vida e emagrecer. Procurou uma nutricionista e descobriu seu principal problema: pensar que refrigerante ‘zero’ é água. Orientado pela profissional, parou com as bebidas e tirou de vez o adoçante da mesa. O resultado foi conferido na balança, 3 meses depois.

“Emagreci 12 quilos. Não imaginei que seria tão rápido. Isso só mostrou o quanto eu estava comendo mal, sem saber. Eu realmente achava que não tinha problema beber refrigerante light. Agora estou com mais disposição, minha autoestima melhorou. Passei a cuidar melhor da minha saúde, sou mais feliz”, comemorou.

Olho vivo

SOPA INDUSTRIALIZADA
Tem grande quantidade de sódio. Por isso, engorda e faz com que a pessoa retenha líquido.

REFRIGERANTE
Mesmo quando não tem açúcar, guarda grande quantidade de sódio, conservantes e adoçantes não recomendados ao consumo diário.

PÃO INTEGRAL
Fique atento à composição do produto. Ele deve ser feito de farinha 100% integral para que seja realmente benéfico.

FRUTAS
Por serem ricas em açúcares, o ideal é consumir uma por refeição, até quatro vezes ao dia.



Por: O Dia - On Line - Por Clarissa Mello

Publicado em: 05/02/2011

Fonte: http://odia.terra.com.br/portal/cienciaesaude/html/2011/2/alimentos_que_parecem_bons_mas_sao_bombas_142377.html

Poder da mente

A meditação, nos ensinam os orientais, nada mais é do que desenvolver técnicas de treinamento e controle da nossa própria mente e por conseguinte,equilibrar também a nossa energia corporal.

Ao iniciar uma meditação, você entra num estado de consciência que os indianos chamam de samadhi. Já os chineses chamam esse mesmo estado de ting que em chinês poderia ser traduzido para quietude.

Na prática é o processo de deixar a mente vazia, afastando pensamentos negativos, que provocam influência sobre nossas emoções,gerando distúrbios psicológicos e até mesmo físicos.

Ficando livres destas emoções que geram desequilíbrio, nos fortalecemos para prevenir doenças como diabetes, colesterol alto e hipertensão,todas em geral aceleradas ou potencializadas por uma mente que está somando sensações ruins, que acabam afetando todo o corpo.


Por: Diário do Grande ABC - Por Marco de Cardoso

Publicado em: 06/05/2011

Fonte: http://www.dgabc.com.br/News/5884101/poder-da-mente.aspx





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