Artigos & Informações
O que fazer para controlar a hipertensão arterial

A hipertensão arterial é fator de risco importante para os acidentes vasculares cerebrais e para os enfartes do miocárdio. Por isso, é recomendado para mulheres em idade fértil e hipertensas o tratamento com medicamentos que possam ser administrados de maneira segura durante a gravidez. Medidas simples e baratas como a aferição da pressão arterial ou a correta informação podem reduzir a mortalidade na gravidez.

Confira dez recomendações para controlar a hipertensão nas mulheres que sofrem com a doença.

1) Meça a pressão arterial pelo uma vez ao ano. Só assim serão diagnosticadas mulheres hipertensas que desconhecem a doença.

2) Para tratar a hipertensão, são fundamentais algumas medidas de apoio, como perder peso, reduzir o consumo de álcool, abandonar o fumo, diminuir o consumo de sal e de gorduras e fazer exercício físico.

3) Tomar religiosamente os medicamentos que lhe forem prescritos. Saiba que uma em cada quatro hipertensas nem sequer faz tratamento.

4) O objetivo é reduzir a pressão arterial para abaixo dos 140/90 mmHg. Com a ajuda do seu médico e com alguma dose de dedicação, acabará conseguindo. No diabetes e na doença renal, os valores a atingir deverão ficar abaixo dos 130/85 mmHg.

5) A medicação para a hipertensão arterial é para ser feita durante toda a vida. Se você parar, a pressão volta a subir, por vezes de maneira abrupta, atingindo valores muito elevados. Por isso é tão importante que você evite interromper o tratamento.

6) Não espere ter sempre valores tensionais iguais; a pressão arterial varia durante o dia, sendo mais elevada no período matinal. Também no verão a pressão arterial é habitualmente mais baixa que no inverno. O ideal é estar sempre controlando.

7) A causa mais frequente de hipertensão não controlada é a da hipertensão que toma irregularmente os comprimidos. É importante a utilização constante dos medicamentos e, em alguns casos, a associação de vários medicamentos, para se conseguir o efeito desejado.

8) Na doente medicada, algumas subidas bruscas de pressão arterial podem ser crises de ansiedade; tranquilizar a paciente e acertar a terapêutica são fundamentais. Tente evitar os momentos de crises nervosas ou discussões. Não utilize tratamentos sublinguais, sem orientações médicas.

9) Se baixar 5 ou 6 mmHg na sua pressão arterial mínima e, ou, 10 mmHg na sua pressão arterial máxima, poderá obter como prêmio uma redução do risco de morte por trombose de 42% e de morte por enfarte do miocárdio de 16%. Se conseguir, parabéns!

10) Se você é hipertensa e caso esteja grávida, saiba que alguns medicamentos utilizados no tratamento da hipertensão são prejudiciais à sua saúde e à do seu filho. Neste caso, oriente-se com seu médico e controle a pressão.


Por: Gabriel Miranda - Redação Saúde Plena

Publicado em: 01/09/2010

Fonte: http://www.divirta-se.uai.com.br/html/sessao_41/2010/09/01/ficha_saudeplena_dicas/id_sessao=41&id_noticia=28048/ficha_saudeplena_dicas.shtml

Romã pode se tornar fonte de ingredientes antioxidantes

Antocianinas da romã

Considerada desde o império romano como um símbolo de riqueza, a romã contém, entre os diversos compostos bioativos, as antocianinas.

Assim como a vitamina C, vitamina E e o betacaroteno, por terem deficiência de elétrons, as antocianinas captam facilmente os radicais livres.

Esses radicais, se produzidos ou absorvidos em excesso, aumentam os riscos para doenças como hipertensão, cataratas, artrite e envelhecimento precoce.

Isso pode ocorrer principalmente quando há demasiada ingestão de bebidas alcoólicas, estresse intenso e muita exposição à poluição, ao tabaco e ao Sol, situações que danificam as células saudáveis.

De acordo com estudos da Universidade de Baroda, na Índia, o fruto tem três vezes mais capacidade antioxidante do que o vinho e o chá verde. Não é por acaso que os povos árabes acreditavam em suas propriedades para fins medicinais.

Compostos da romã

Agora, a Embrapa, juntamente com a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), está tentando desenvolver novas técnicas para o aproveitamento desses elementos da fruta.

O mercado para a romã no Brasil tem crescido consistentemente, o que tem ampliado as áreas cultivadas com o fruto.

A pesquisadora Regina Isabel Nogueira, da Embrapa Agroindústria de Alimentos (Rio de Janeiro), espera obter a antocianina e outros compostos bioativos concentrando-os e estabilizando-os por microencapsulação por um processo chamado spray drier.

Nesse processo, pequenas gotas de material líquido são recobertas com um fino filme protetor.

Os materiais microencapsulados (material ativo ou núcleo) são envoltos num material formador de filme (material de parede ou agente encapsulante) onde cápsulas extremamente pequenas podem liberar o conteúdo de forma controlada e sob condições específicas.

Trata-se de uma tecnologia inovadora que tem sido empregada com êxito na indústria de cosméticos, farmacêutica e alimentícia.

Óleo de romã

Também será estudado o óleo obtido por prensagem das sementes da fruta com o objetivo de caracterizar o perfil dos ácidos graxos e as propriedades que possam interessar à indústria de alimentos.

A pesquisadora ainda prevê a opção de cristalizar a casca da romã, expondo-a em contato com a calda de açúcar para reduzir em até 50% o teor de água. Com isto, a fruta aumenta seu tempo de conservação e diminui seu peso e volume, gerando economia no custo de transporte, além de adocicar seu sabor levemente ácido.

Este processo, por ser muito simples, poderá despertar o interesse de produtores como uma forma de apresentar a fruta para consumo de forma semelhante à encontrada hoje por meio do gengibre cristalizado.



Por: Redação Diário Da Saúde

Publicado em: 04/02/2011

Fonte: http://www.diariodasaude.com.br/news.php?article=antioxidantes-roma&id=6163

Os outros sabem mais sobre você do que você mesmo

Conhece a ti mesmo

Conhece a ti mesmo, soa o conselho eterno dado por Sócrates.

Se as pessoas realmente seguissem o conselho, e seguindo a sabedoria convencional, seria de presumir que você é pessoa que mais conhece a si mesmo, certo?

"É uma tendência natural pensar que nos conhecemos melhor do que as outras pessoas nos conhecem," afirma Simine Vazire, da Universidade de Washington, nos Estados Unidos.

Contudo, as pesquisas mostram que de fato não é assim.

Conhecem a ti mesmo

Vazire e sua colega Erika N. Carlson, depois de revisarem todas as pesquisas científicas sobre o assunto, concluíram que, em vez de consultar a si mesmo para se conhecer melhor, é melhor perguntar a um amigo.

"Há aspectos da nossa personalidade que os outros conhecem e que nós próprios não conhecemos, e vice-versa", diz Vazire. "Para obter um quadro completo de uma personalidade, você precisa de ambas as perspectivas."

Não é que não saibamos nada sobre nós mesmos. É que nosso entendimento é obstruído por pontos cegos, criados por nossos desejos, medos e motivações inconscientes.

E o principal desses elementos, segundo a pesquisa, é a necessidade de manter uma auto-imagem elevada - ou, se estivermos neuróticos, da nossa necessidade de manter uma auto-imagem baixa.

A perspectiva do outro

O mais interessante é que, mesmo assistindo uma filmagem de nós mesmos, o artifício não altera substancialmente as nossas percepções - enquanto outros observando a mesma fita facilmente apontam traços que estão inconscientes.

Assim, sem grandes surpresas, nossos entes mais chegados e as pessoas que passam mais tempo conosco nos conhecem mais do que nós mesmos - ou, pelo menos, conhecem aspectos de nós que nós mesmos não conhecemos.

Mas não é só isso: até mesmo os estranhos têm inúmeras pistas de quem somos: roupas, preferências musicais e até postagens nos fóruns ou redes sociais deixam transparecer facetas da nossa personalidade que podem não ser conscientes.

O que nós vemos e o que os outros veem

Curiosamente, as pessoas não veem as mesmas coisas sobre si mesmas que os outros veem: por exemplo, traços de ansiedade, tais como o medo de falar em público, são óbvios para nós mesmos, mas nem sempre para os outros.

Por outro lado, criatividade, inteligência, e grosseria muitas vezes são melhor percebidas pelos outros.

Isso não ocorre só porque essas características percebidas pelos outros se manifestam publicamente, mas também porque carregam um juízo de valor, algo que tende a afetar o auto-julgamento.

E o mundo nem sempre faz a crítica mais dura a nosso respeito - os outros tendem a nos dar notas mais altas para os nossos pontos fortes do que nós mesmos.

Dificuldade do feedback

Se isso é verdade, então por que todas estas informações que os outros têm sobre nós, e que nós temos sobre os outros, não ajudam a construir um mundo de pessoas que se entendem melhor?

Segundo as pesquisadoras, é porque as pessoas são complexas, há muitas informações sociais, e porque as percepções dos outros são obscurecidas por nossas próprias necessidades e preconceitos.

Além disso, a informação nem sempre está facilmente acessível: "É incrível o quão difícil é obter um feedback direto," observa Vazire, acrescentando que, com isto, não está defendendo uma franqueza grosseira a qualquer custo.

O desafio, então, é usar esse conhecimento que temos dos outros para o bem.

"Como podemos dar um feedback às pessoas, e como isso pode ser usado para melhorar nosso auto-conhecimento? E como podemos utilizar esse auto-conhecimento para ajudar as pessoas a serem mais felizes e terem um melhor relacionamento?", pergunta a pesquisadora.

A primeira resposta a estas perguntas pode ser a mais óbvia, mas não é a mais fácil de ser colocada em prática: Ouvir os outros. Eles podem saber mais do que você mesmo sobre si próprio - e o interesse desses outros pode ser bem mais altruísta do que simplesmente colocar defeitos em você.



Por: Redação do Diário da Saúde

Publicado em: 16/05/2011

Fonte: http://www.diariodasaude.com.br/news.php?article=auto-conhecimento&id=6459

Dieta Mediterrânea melhora saúde e faz viver mais

Dieta unânime

A chamada dieta Mediterrânea, que é mais um jeito de se alimentar do que uma dieta no sentido tradicional do termo, garante uma vida mais longa e mais saúde.

Este é o resultado unânime de quatro estudos realizados pela Universidade de Gotemburgo, na Suécia.

Mais quatro estudos, na verdade, porque a dieta Mediterrânea vem sendo estudada há mais de meio século, devido aos efeitos benéficos sobre a longevidade do jeito de se alimentar das populações ao redor do Mar Mediterrâneo.

Dieta Mediterrânea

A chamada dieta Mediterrânea é marcada por um elevado consumo de peixes e vegetais, castanhas e frutas, e um baixo consumo de produtos de base animal, como carnes e leite.


Cientista destaca ingredientes sagrados da alimentação mediterrânea

E não apenas a longevidade é influenciada: as populações que adotam este estilo de alimentação têm melhor saúde em geral.

A dieta Mediterrânea é reconhecida como patrimônio cultural intangível da humanidade pela UNESCO.

Anos extras

E por que eram necessários mais quatro estudos sobre a dieta Mediterrânea?

Porque os pesquisadores suecos queriam avaliar seus efeitos sobre pessoas de todas as idades.

Eles usaram o chamado "estudo H70", que acompanha pessoas por mais de 40 anos - agora elas estão na casa dos 70 anos de idade.

Os resultados mostram que as pessoas que adotaram um estilo de alimentação mais próximo da dieta Mediterrânea têm até 20% mais chances de viverem mais.

"Na prática, isto significa que as pessoas idosas que adotaram uma dieta Mediterrânea vivem de 2 a 3 anos mais do que as pessoas com dieta tipicamente ocidental," afirmou Gianluca Tognon, que liderou os estudos.

Qualquer idade

O segundo estudo fez o mesmo na Dinamarca, concluindo que a dieta Mediterrânea aumenta a longevidade.

O terceiro estudo acompanhou pessoas jovens, também na Suécia.

Finalmente, um estudo analisou os efeitos da dieta Mediterrânea sobre a saúde geral de crianças.

"A conclusão que podemos tirar desses estudos é que não há dúvida de que a dieta Mediterrânea está associada a uma melhor saúde, não só para os idosos, mas também para os jovens," afirmou Tognon.



Por: Redação do Diário da Saúde

Publicado em: 24/12/2011

Fonte: http://www.diariodasaude.com.br/news.php?article=dieta-mediterranea-melhora-saude-faz-viver-mais&id=7276





Por:

Publicado em: 30/11/-0001

Fonte:





Por:

Publicado em: 30/11/-0001

Fonte:





Por:

Publicado em: 30/11/-0001

Fonte:





Por:

Publicado em: 30/11/-0001

Fonte:





Por:

Publicado em: 30/11/-0001

Fonte:





Por:

Publicado em: 30/11/-0001

Fonte:





Por:

Publicado em: 30/11/-0001

Fonte:





Por:

Publicado em: 30/11/-0001

Fonte:





Por:

Publicado em: 30/11/-0001

Fonte:





Por:

Publicado em: 30/11/-0001

Fonte:





Por:

Publicado em: 30/11/-0001

Fonte:





Por:

Publicado em: 30/11/-0001

Fonte:





Por:

Publicado em: 30/11/-0001

Fonte:





Por:

Publicado em: 30/11/-0001

Fonte:





Por:

Publicado em: 30/11/-0001

Fonte:





Por:

Publicado em: 30/11/-0001

Fonte:

[ - ] Voltar

Terapias Curitiba

Av. Visconde de Guarapuava, 3.444 - Conj. 606 - 6º Andar - CEP 80.250-220 - Bairro Centro - Curitiba - PR